MATO GROSSO
Instituto de Meteorologia emite alerta de chuvas com rajadas de ventos fortes em MT
MATO GROSSO
Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo, nesta segunda-feira (4), considerado de perigo potencial por causa de tempestades com ventos intensos no norte de Mato Grosso. O alerta se estende até terça-feira (5).
Segundo o instituto, são baixos os riscos de cortes de energia elétrica, estragos em plantações, alagamentos e queda de galhos de árvores.
Alguns dos municípios que podem receber essas tempestades são: Água Boa, Alto Araguaia, Cáceres, Barra do Garças e Cuiabá.
O alerta amarelo é emitido quando a situação meteorológica é considerada potencialmente perigosa.
Para os próximos dias desta semana a previsão é de uma leve queda nas temperaturas. Além disso, no domingo há probabilidade de 90° de chances de chuva.
Terça-feira (4): mínima de 25°C e máxima de 33°C
Quarta-feira (5): mínima de 25°C e máxima de 35°C
Quinta-feira (6): mínima de 26°C e máxima de 36°C
Sexta-feira (7): mínima de 26°C e máxima de 35°C
☔Recomendações
💨 Rajadas de vento – não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda; 🚫 Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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