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Produção industrial de Mato Grosso cresce 10% em outubro deste ano, aponta IBGE

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A produção industrial de Mato Grosso registrou alta de 10% em outubro de 2023, em comparação com outubro de 2022, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O fortalecimento e a expansão da economia mato-grossense tem sido impulsionada pelo Governo do Estado com uma série de incentivos como o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), o Programa de Incentivo de Algodão do Mato Grosso (Proalmat) e o Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder).

Além disso, Mato Grosso é um dos cinco estados com maior crescimento no setor industrial, sendo 5,2% de avanço de janeiro a outubro de 2023.

O superintendente de Programas de Incentivos da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Adoniram Magalhães, afirmou que Mato Grosso tem um ambiente propício para o desenvolvimento agroindustrial diante da produção de matéria-prima e investimentos do Governo em infraestrutura, que resultam em solidez fiscal e políticas de industrialização e atraem olhares para investimentos.

“Muitos empresários percebem, ao observarem o cenário, que nosso estado é o melhor para se investir. A desburocratização na adesão dos planos de incentivos impulsionou Mato Grosso, de forma a atingir resultados tão satisfatórios”, afirmou o superintendente.

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Os incentivos fiscais promovidos pela Sedec garantem segurança jurídica aos empresários e estimulam a agroindústria no estado.

Devido aos bons resultados dos indicadores, o Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat) aprovou por unanimidade a renovação do Prodeic para 2024. A prorrogação deu-se pelos bons resultados dos indicadores apresentados, um deles o de aumento de empregabilidade nas indústrias que recebem o benefício.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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