MATO GROSSO
Prefeito Wander cai em pesquisa, Wagner Ramos e Fábio Junqueira estão empatados no segundo lugar em Tangará da Serra
MATO GROSSO
Da Redação
Conforme vai aproximando o calendário eleitoral para as eleições municipais de outubro de 2024, os grupo e nomes vão se destacando e ganhando força pelos quatro cantos do estado de Mato Grosso.
Uma nova rodada de pesquisa para finalizar o ano foi realizada para entender o cenário político eleitoral de Tangará da Serra, e publicada nesta quarta-feira.
A Imapec Pesquisas apresentou o resultado das pesquisas com alguns nomes que foram realizadas entre os dias 02 e 03 de dezembro de 2023. O levantamento seguiu as normas técnicas e objetiva que revelou a intenção de votos dos eleitores da cidade.
Também foram avaliados além dos possíveis candidatos a prefeito e vereadores. Também foram avaliadas a administração da atual administração, do governo do estado e da Presidência da República.
A pesquisa quantitativa ouviu cerca de 500 pessoas , sendo mapeados os bairros conforme o seu tamanho e proporcionalidade. Vários cenários foram montados para dar possibilidade de o eleitor opinar caso tivesse que escolher um nome para prefeito da cidade, entre os nomes aprecem além do atual prefeito Wander Mason do União Brasil sendo avaliado em duas categorias, como prefeito e como candidato a prefeito. A atual gestão foi pontuada com apenas 6% como excelente, e 34% Boa. Já na avaliação espontânea para eleição de candidato a prefeito ele foi pontuado com apenas 18%. Seguindo por Fábio Junqueira que obteve 11% das intenções de votos.

A grande novidade é Wagner Ramos na terceira posição, sem dizer se é ou não candidato a prefeito, aparece o ex-deputado estadual com 9% das intenções de voto. O que já anima o ex-deputado numa possível candidatura. As informações são de que Wagner Ramos já de malas prontas para se filiar ao Partido Progressista (PP), e com isso construir um quadro para disputar as eleições.
Chico Clemente aparece na quarta posição com apenas 5%, Karen Rocha 3%, Eduardo Sanches 2%, Jayme Muraro 1%, e Reck Junior aparece com também 1%.
Na estimulada os números ainda são mais animadores para os concorrentes, Wander Masson aparece com 30% das intenções de votos, Fábio Junqueira 21, e Wagner Ramos com 18% empatados tecnicamente.

Mais abaixo está Chico Clemente com apenas 8% das intenções de votos, Karen Rocha com 6%, e Eduardo Sanches com 4%.
Em confronto direto na disputa para prefeito, Wagner Ramos aparece com 18% das intenções de votos, Wander Masson 27%.
Em todos os cenários possíveis o nome do ex-deputado Wagner Ramos apareceu com grandes chances de conquistar os votos dos tangaraenses. Numa disputa direta com Fabio Junqueira ele aparece com 20%, e na sequência Fabio aparece com 21%, ambos colados e empatados tecnicamente.
Já no confronto direto em Wander Masson e Fabio Junqueira os números ficam bem distante um do outro. Fabio aparece com 19% enquanto o atual prefeito aparece com 35% das intenções de votos.
Pelo que foi percebido os números das avaliações do governador Mauro Mendes (UB), e do Presidente Lula (PT), não mudaram após as eleições Mauro aparece com 43% da avaliação boa, e Lula com 21%.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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