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Deputado cita turismo em Chapada e defende construção da MT-030

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O deputado estadual Paulo Araújo (PP) defendeu que o Governo do Estado construa a MT-030 como rota alternativa para ligar Cuiabá a Chapada dos Guimarães.

O novo traçado vem sendo colocado como solução para o trajeto inseguro que se tornou a MT-251 devido aos deslizamentos que ocorrem no trecho do Portão do Inferno.

“Eu defendo a construção da MT-030. Quanto mais acesso nós tivermos é melhor, porque Chapada é uma cidade turística”, afirmou ao MidiaNews.

Atualmente a rodovia principal que liga os municípios tem sido interditada periodicamente para evitar acidentes no local, o que tem atrapalhado o fluxo de visitantes em Chapada dos Guimarães.

O governador Mauro Mendes (União) já disse ser “impossível” a rodovia alternativa sair do papel ainda em 2024. No entanto, os deputados da Assembleia Legislativa tem se mobilizado para investir nessa obra.

O presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho (União), prevê um investimento de R$ 150 milhões para viabilizar a nova rota.

Além de sair em defesa da MT-030, Araújo também reiterou seu apoio para que o Parque Nacional de Chapada seja estadualizado. Atualmente o responsável é o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

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“É uma gestão federal infelizmente, mas eu defendo que o Governo de Mato Grosso assuma o Parque Nacional de Chapada”, disse.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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