MATO GROSSO
Museu de Arte Sacra de MT prepara programação especial de férias para crianças
MATO GROSSO
O Museu de Arte Sacra de Mato Grosso, sob a gestão da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), preparou uma programação de férias para crianças, a partir do dia 17. Haverá oficinas, contação de histórias, sessão pipoca e uma diversidade de ações para o público infantil no período de férias.
As atividades fazem parte da colônia de férias da instituição que funciona em gestão compartilhada com a Ação Cultural, oportuniza experiências educativas e divertidas para crianças de quatro a 12 anos de idade. A última oficina será realizada no dia 21 de janeiro.
Durante as atividades, os participantes poderão participar de oficinas de modelagem, pintura em tela e em telha, produção de livreto, fotografia, desenho em azulejo e em relicário e caça ao tesouro. O objetivo é explorar técnicas, linguagens, materiais e possibilidades de arte, cultura e história em um novo formato.
Para assegurar a qualidade das atividades, as vagas serão limitadas a 30 crianças por oficina. As inscrições já estão abertas, por meio do link.
Confira a programação completa
17/01 – Identificando o Museu de Arte Sacra e Caça ao Tesouro
Ministrante: Nelise Martins e Genise Martins
Horário: das 8h às 12h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
17/01 – Oficina de stencil (levar uma camisa branca)
Ministrante: Gustavo Gonzalez
Horário: das 13h30 às 17h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
18/01 – Contação de história e oficina de modelagem em argila
Ministrante: Jessica Paniago
Horário: das 08h às 12h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
18/01 – Oficina de pintura em tela
Ministrante: Karina Cuiabano
Horário: das 13h30 às 17h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
19/01 – Sessão pipoca e produção de livreto
Ministrante: Hugo Devone
Horário: das 08h às 12h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
19/01 – Oficina fotografando o museu (necessário levar um telefone)
Ministrante: Erocir Cardoso
Horário: das 13h30 às 17h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
20/01 – Oficina de desenho em azulejo
Ministrante: Arquiteto e Artista Carlos Pina
Horário: das 09h às 12h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
20/01 – Oficina de relicário
Ministrante: Karina Cuiabano
Horário: das 13h30 às 17h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30
21/01 – Oficina de pintura em telha
Ministrante: Nelise Martins
Data/Horário: das 10h às 12h
Público: 04 a 12 anos
Vagas: 30![]()
Serviço
Museu de Arte Sacra de Mato Grosso (MASMT)
Endereço: Praça do Seminário, na Rua Clóvis Hugney, 239, bairro Dom Aquino.
Visitações: Squarta a domingo, das 9h às 17h. Aberto ao público.
Informações: telefone: (65) 3052-6528, WhatsApp: (65) 99965-0319 e instagram: @museudeartesacramt.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0