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Atletas do Programa Olimpus são convocados para seleções brasileiras de esportes paralímpicos

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Os atletas Arthur Cavalcante, Érika Cheres e Rayfran Mesquita, do judô paralímpico, e Israele Gomes e Larissa Sousa, do goalball, foram convocados para as seleções brasileiras nas suas respectivas modalidades. Contemplados no programa Olimpus do Governo de Mato Grosso, os cinco esportistas participam da primeira fase de treinamentos do ano, que será realizada a partir do dia 28 de janeiro, no CT Paralímpico Brasileiro, em São Paulo.

Érika Cheres Zoaga (de azul) no Mundial de Judô 2022 –  Foto: Renan Cacioli/ CBDV

Competindo na categoria J1 (cego total), a judoca Érika Cheres Zoaga é beneficiada com o Bolsa Atleta da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Para ela, a bolsa do programa Olimpus foi fundamental para estar na reta final de uma vaga aos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

“Muito disso que está acontecendo na minha vida é graças ao apoio do Estado do Mato Grosso. Esse apoio nos fortalece tanto na vida pessoal quanto na profissional, e assim podemos fazer um trabalho de excelência e qualidade, e levar o nome do estado do Mato Grosso para o Brasil e o mundo”, destacou.

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Junto com Arthur Cavalcante e Rayfran Mesquita, que também competem na categoria J1, Érika compõe a Seleção Brasileira de judô paralímpico em seu primeiro desafio na temporada: o Grand Prix de Heidelberg, na Alemanha, nos dias 17 e 18 de fevereiro.

Além da competição alemã, os judocas de Mato Grosso participam, até maio, de outras duas etapas do circuito internacional da IBSA (sigla em inglês para Federação Internacional de Esportes para Cegos). Os três eventos contam pontos para o ranking mundial, principal critério de distribuição de vagas da modalidade para os Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

“Essa convocação tem grande importância para mim, pois estamos na reta final. Temos apenas três Grand Prix antes do grande sonho ser realizado, então cada ponto que conseguimos é um passo que damos rumo à tão sonhada paralimpíadas”, enfatizou Érika Cheres.

Na seleção brasileira de goalball, as convocadas de Mato Grosso são Israele Letícia Pereira Gomes (ala) e Larissa Sousa da Silva (pivô). Israele atua na equipe da Associação Mato-grossense dos Cegos (AMC) e Larissa, no time do Instituto dos Cegos do Estado de Mato Grosso (Icemat).

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Ambas são contempladas na categoria Nacional do Bolsa Atleta e foram convocadas para fortalecer a renovada seleção de goalball feminino do Brasil, que  busca outras conquistas internacionais, já que não conseguiu vaga para as Paralimpíadas deste ano.

Outro representante de Mato Grosso no desporto nacional de deficientes visuais é Maxwell Carvalho Valente. O jogador da AMC foi chamado pela Seleção Brasileira de futebol de cegos para treinar durante os próximos sete meses, em preparação para os Jogos Paralímpicos de Paris 2024.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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