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Atrações da 37ª Edição do Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, são Destaque na Times Square em Nova Iorque (EUA).

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MATO GROSSO

O Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, a maior plataforma multicultural do
Centro-Oeste brasileiro, surpreendeu o público ao anunciar a dupla sertaneja Maiara e
Maraisa como primeira atração nacional confirmada, em julho deste ano. O
comunicado ocorreu em um dos principais painéis da Times Square, em Nova Iorque
nos Estados Unidos, marcando o início da campanha de divulgação internacional do
evento.
Maiara e Maraisa, que acumulam mais de 8.073.134 de ouvintes mensais nas
plataformas de streaming, estiveram em Cuiabá no ano passado para uma

apresentação limitada, mas agora elas se preparam para encarar o maior público
previsto em um show no estado. Só em 2023, mais de 255 mil pessoas vivenciaram
Chapada dos Guimarães. Ao longo de 15 dias, foram realizados 87 shows, 15 feitos por
artistas nacionais. Com um público recorde, as expectativas para este ano são ainda
maiores, estimando um aumento de 15% de público em relação ao ano anterior.
A organização do festival está empenhada em alcançar um patamar global,
mobilizando admiradores de todo o país para Chapada dos Guimarães. Com planos
ambiciosos para o próximo ano, a meta é um line-up apresentando uma atração
internacional. “Esta edição promete ser a maior da história”, reforça o empresário e
publicitário Júnior Brasa (Genius Publicidade), responsável pela direção geral desde
2022. Ele tem articulado a repercussão das apresentações de grandes artistas e
gerando ainda mais destaque para o Festival de Inverno.
A Prefeitura de Chapada dos Guimarães, liderada pelo prefeito Osmar Froner e o
secretário municipal de Governo Gilmar Mello, tem desempenhado papéis
fundamentais na construção desta história de sucesso, mobilizando diversos setores
da sociedade. Além dos shows, o Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães
proporcionará experiências únicas, incluindo o 3º Festival de Balonismo, o 2º Festival
de Paraquedismo, trilhas acompanhadas por guias turísticos em cachoeiras da região,
com acesso e translado gratuitos, exposições de arte e atividades em espaços
culturais. No complexo da praça do festival, uma estrutura exuberante tem sido
planejada para receber os shows dos grandes nomes da música brasileira, que incluem
um parque de diversões para toda a família, ativações com experiências
multissensoriais de grandes marcas e uma feira com restaurantes de alta gastronomia.
Os fãs mato-grossenses podem aumentar as expectativas, pois a organização promete
anúncios ainda mais ousados. Uma dica para descobrir o próximo artista: Viver o
festival este ano, com tudo que há pra viver e se permitir. Já descobriu a próxima
atração nacional? Então Siga o Instagram oficial (@festivaldeinvernodechapada) para
interagir e participar de sorteios que proporcionarão acesso gratuito a diversas
atividades, incluindo visitar com exclusividade os camarins.
Lembrando que toda a programação do festival é gratuita e com classificação livre para
todos os públicos. Para reservar seu lugar de forma especial, um formulário para a lista
de espera em camarotes está disponível no site (.https://l1nk.dev/formularioespacosfestivaldeinverno ), onde os interessados podem fornecer seus dados e aguardar o
contato da produção.
Para mais informações:
(65) 3301-1570 – Prefeitura Municipal de Chapada dos Guimarães – MT.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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