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Vereadora Maysa participa de lançamento da Superintendência de Políticas Públicas para as Mulheres

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A vereadora Maysa Leão (Republicanos) esteve representando o legislativo municipal nesta terça (30) no lançamento da Superintendência de Políticas Públicas para Mulheres – o SER Família Mulher, que recebeu o nome Casa Euridice em homenagem à mãe da primeira-dama do Estado de Mato Grosso, Virgínia Mendes.
A nova superintendência irá substituir o Núcleo Estadual de Políticas para Mulheres (NEPOM), órgão anteriormente vinculado à Secretaria Adjunta de Direitos Humanos. A mudança possibilita que a Casa tenha mais autonomia política e orçamento. A superintendência já nasce com uma verba anual de 5 milhões, prevista na Lei Orçamentária Anual de 2024.
Segundo a vereadora Maysa Leão, é muito importante ver o governo do Estado, executando políticas públicas para as mulheres com efetividade. “Agora teremos uma superintendência que irá colocar em prática políticas públicas estabelecidas através de uma construção realizada por um ‘hall de entidades’. Todos conversando juntos em uma mesa, acolhendo as mulheres e dando soluções para problemas urgentes”, declarou a vereadora.
Além da vereadora Maysa Leão e da anfitriã do evento, Virgínia Mendes, estiveram presentes os vereadores Fellipe Corrêa (Cidadania), Dilemário Alencar (Podemos), Eduardo Magalhães e Luiz Fernando (Republicanos). A deputada federal Gisela Simona (União Brasil) e a senadora da República, Margareth Buzetti (PSD) também marcaram presença na inauguração da superintendência.
Da Assessoria
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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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