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6,5 Milhões em emendas parlamentar

Jayme, Wellington e Assis garantem R$ 6,5 Milhões em emendas parlamentar

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MATO GROSSO

Em um esforço concentrado para ajudar o município de Cáceres e cidades circunvizinhas, que sofreram com chuvas torrenciais no último dia 10 de fevereiro, que deixaram quase 10 mil famílias abandonadas, os senadores Jayme Campos (União Brasil), Wellington Fagundes (PL), o deputado federal Coronel Assis (União Brasil), além  do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, se reuniram com a prefeita Eliene Liberato (PSB), com vice-prefeito, Odenilson José da Silva (Republicano), além de vereadores e representantes da sociedade civil organizada para traçar estratégias para o socorro emergencial e para a execução de projetos que possam representar o aquecimento da economia local com a execução de obras.

Com 89.478 habitantes, Cáceres ocupa a sete posição de cidade mais populosa entre as 142 cidades de Mato Grosso e se encontra na quarta posição em extensão territorial, sendo que grande parte do seu território faz parte da região pantaneira e é extremamente alagada.

De forma emergencial ficaram assegurados recursos da ordem de R$ 6,5 milhões em emendas federais fora os recursos já disponibilizados emergencialmente pelo Governo do Estado de Mato Grosso, desde as primeiras horas dos eventos.

Antes do anúncio da liberação de recursos, os parlamentares estiveram em diversas partes da cidade afetadas pela enxurrada e conheceram a situação de diversas famílias como de Flávio Lucas da Silva, morador do Bairro Espirito Santo que perdeu todos os móveis e roupas.

“Destinamos R$ 2,5 milhões em emendas especiais para a execução de projetos que eu mesmo vou levar aos principais ministérios do Governo Federal que tem recursos para emergências como as ocorridas em Cáceres e assegurar obras de drenagem, habitação e mobilidade urbana, mais R$ 1,4 milhão para a área de saúde, sendo R$ 400 mil em PAB – Piso de Atenção Básica e R$ 1 milhão de Média e Alta Complexidade (MAC), assegurando assim meios para que a prefeita Eliene Liberato e sua equipe possam adotar as medidas mais importantes e necessárias para trabalhar e devolver a tranquilidade as pessoas desta ordeira cidade que já tem 245 anos de existência”, disse o senador Jayme Campos.

O senador Wellington Fagundes (PL), destinou outros R$ 2 milhões em recursos também para a saúde local para o MAC e o deputado federal Coronel Assis indicou R$ 600 mil também para Saúde pelo PAB, que é agora a área que necessita de mais atenção até que a situação se normalize.

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Jayme Campos sinalizou que já acionou os Ministérios do Desenvolvimento Regional e de Cidades para garantir celeridade na liberação dos recursos emergenciais já que o próprio Governo Federal através dos órgãos competentes já decretou a emergência na cidade que está entre as mais importantes de Mato Grosso por causa de sua posição geográfica na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.

Ele assinalou que na semana que vem em Brasília vai estar nos Ministérios e nos órgãos federais para acelerar o andamento de decisões agora fundamentais de essenciais e cobrou que a prefeita redobre os esforços para preparar os projetos em busca da liberação das obras de drenagem, de habitação e de melhorias em toda a cidade.

“Precisamos emergencialmente de projetos para conseguir recursos extraordinários tanto junto ao Governo Federal como do Governo do Estado e acelerar obras que vão gerar emprego e renda e melhores condições”, disse Jayme Campos sinalizando que habitações se transformam em necessidade ímpar diante de milhares que residem de forma precária e em locais de risco, e disse que vai tentar construir uma celeridade maior para já liberar os projetos apresentados pela gestão da prefeita Eliene Liberato junto ao Novo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, recém relançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Jayme Campos, Wellington Fagundes e Coronel Assis sinalizaram que os recursos das emendas parlamentares são emergenciais e devem aportar nas contas do município nos próximos dias para amenizar a situação. Já os novos aportes que já estão sendo tratados com as equipes dos Ministérios do Governo Federal e com as equipes do governador Mauro Mendes, dependem dos projetos que vão ser elaborados também de forma emergencial, célere, mas com qualidade.

A prefeita Eliene Liberato agradeceu a dedicação e principalmente a preocupação dos senadores Jayme Campos e Wellington Fagundes, bem como do deputado Coronel Assis e pontuou que outros detentores de mandato eletivo estiveram na cidade para se aproveitar do momento de crise e se projetar, já que efetivamente não trouxeram nada.

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“Cáceres precisa de decisões efetivas e resolutivas e essas medidas anunciadas aqui pelos senadores e pelo deputado federal, além do suporte do Governo Mauro Mendes, demonstra compromisso não com a minha gestão, mas com Cáceres e com sua gente ao contrário de alguns que só vieram em busca de holofotes”, sinalizou a prefeita.

Jayme Campos aproveitou a fala da prefeita para lembrar que trabalha de forma resolutiva para todas as cidades de Mato Grosso e que suas emendas estão prontas para serem executadas e que vai ainda em busca de outros recursos junto ao Governo Federal para minorar o sofrimento da população mais carente e atingida pelas torrenciais chuvas dos últimos dias.

“Alguns preferem estar em Brasília para fazer selfie ou lives, eu vou lá para trabalhar por todas as 141 cidades de Mato Grosso e apresentar resultados, tanto que vamos entregar 1.000 motocicletas para os agentes comunitários de saúde; 70 veículos para a Defesa Civil de metade das cidades do Estado e 50 Veículos para os Conselhos Tutelares, visando dar condições destes profissionais atenderem as demandas e a população. Este é o meu papel enquanto legislador, apresentar resultado para que a população perceba os resultados das políticas públicas”, cutucou Jayme Campos.

ZPE

Jayme Campos e o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda estiveram ainda na Zona de Processamento de Exportação (ZPE), iniciada quando o senador era governador de Mato Grosso e sinalizou com a possibilidade de aportar recursos federais para fomentar o local que está sendo concebido para gerar emprego e renda, uma necessidade premente não apenas em Cáceres, mas em grande parte do Brasil.

“É louvável a decisão do governador Mauro Mendes em transformar um sonho, a ZPE, em realidade, então precisamos unir esforços para que ela saia em definitivo do papel e comece a promover uma das regiões que com certeza será transformada que será a Grande Cáceres e diversos municípios que fazem fronteira com a Bolívia que tem em Santa Cruz de La Sierra um dos maiores exemplos de sucesso econômico e de transformação”, explicou Jayme Campos.

Fonte: Política

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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