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Samu capacita 91 médicos que atuam em cinco municípios do Estado

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mantido pelo Governo do Estado em municípios da baixada cuiabana, capacitou 91 médicos que atuam especificamente em serviços dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Juína, Tangará da Serra e Primavera do Leste.

O curso de Atendimento Pré-Hospitalar foi realizado em parceria com o Núcleo de Educação Permanente em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). Foram ofertadas duas turmas para a capacitação, que ocorreu nos dias 19 e 20 de fevereiro (primeira turma) e 22 e 23 de fevereiro (segunda turma), na Universidade de Várzea Grande (Univag).

A capacitação foi realizada por profissionais do Samu de Cuiabá, sob a coordenação da enfermeira e mestra, Patrícia Ferreira. O objetivo era qualificar os profissionais com conhecimentos e habilidades, utilizando-se de técnicas específicas para o manejo dos pacientes em situação de urgência e emergência.

“Nosso foco era capacitar todos esses profissionais, de forma que os pacientes que recebam os primeiros atendimentos cheguem com segurança, o mais breve possível, na unidade de saúde mais próxima”, avaliou a secretária adjunta do Complexo Regulador da SES, Fabiana Bardi.

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Nos dias 24 e 25 de fevereiro, as equipes da Sala Reguladora do Samu também passaram por uma capacitação que envolveu médicos, técnicos auxiliares da regulação médica e radio operadores. “Estamos em busca da melhoria contínua em nosso Serviço e, para isso, estamos investindo em Educação Permanente”, concluiu Fabiana.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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