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Escola estadual reformada pelo Governo de MT atende mais de 1,2 mil estudantes da região do CPA

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O Governo de Mato Grosso inaugurou, nesta sexta-feira (08.03), a reforma da Escola Estadual Dione Augusta da Silva Souza, no Bairro CPA IV, em Cuiabá, que existe há 25 anos e somente nesta gestão recebeu a primeira grande obra de revitalização na estrutura física, além de recursos tecnológicos. Foram investidos R$ 4,7 milhões na reforma geral.

O prédio passou por intervenções na cobertura, instalações elétricas e hidrossanitárias, prevenção e combate a incêndio, esquadrias de todas as dependências, forro, piso, revestimentos, pintura interna e externa, tubulação para uso de gás de cozinha, urbanização, paisagismo e acessibilidade.

A unidade de ensino, que funciona nos três turnos com turmas do Ensino Médio, conta com 1.290 estudantes de 16 bairros da região do CPA, incluindo do Doutor Fábio, Jardim Vitória, Umuarama, Altos da Serra, Jardim Brasil, Novo Horizonte, Planalto, Nova Canaã, Primeiro de Março, Três Barras e Altos da Glória.
Nova fachada da unidade de ensino – Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Em 2021, a unidade passou a oferecer a modalidade do Novo Ensino Médio como escola piloto, onde a principal característica é trazer ao estudante habilidades de ser protagonista em seu conhecimento, através de uma matriz diversificada, além das disciplinas de Formação Geral Básica, insere-se as Trilhas de aprofundamento, Eletivas e Projeto de Vida. Hoje em 2023 a escola atende a 1.335 estudantes, sendo estes dos 1º, 2º e 3º anos de 37 turmas na sede e 06 turmas em salas anexas (nas comunidades de Rio dos Peixes e Coxipó do Ouro).

“Estamos investindo na recuperação dos prédios que há décadas não tinham um padrão de qualidade adequado. Também investimos em tecnologia, em novos recursos educacionais e nos profissionais da educação. Tudo isso vai trazer grandes resultados para a educação pública de Mato Grosso”, disse o governador Mauro Mendes durante a inauguração.
Espaço foi totalmente reformado – Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

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Na avaliação do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, entregar uma escola totalmente reformada e com todos os recursos necessários para o bom desenvolvimento dos estudantes traduz o que vem sendo feito em toda a rede estadual de ensino.

“O Estado já investiu mais de R$ 1 bilhão na educação e temos cerca de 300 escolas em obras, sejam novas unidades ou reformas gerais”, pontuou.

A professora de Inglês Lucimeire Regina dos Santos estudou na escola na adolescência e agora dá aula no mesmo local. Ela disse que ver o prédio reformado representa muito para ela. “Estudei aqui na adolescência e hoje sou professora. Isso representa muito na minha vida, pois pude vivenciar o antes e o depois desta escola. Agora, tudo está muito mais maravilhoso”, declarou.

A cerimônia de inauguração também contou com a presença de estudantes, entre eles Luzia Vitória, de 17 anos, que mora no Bairro Altos da Serra, e cursa o 3º ano do ensino médio, que é um momento decisivo na vida dela, já que irá fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), neste ano.

“Meu sonho é seguir carreira na área jurídica e o começo de tudo é aqui, no ensino médio. Me inscrevi no Pré-Enem Digital e vou me preparar para conquistar uma vaga no ensino superior. É a minha meta e sei que vou conseguir isso porque estudo numa escola que me oferece as condições que preciso para chegar aonde eu quero”, disse.

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Vitor Gabriel, de 17 anos, está no 2º ano do ensino médio, também aponta as tecnologias educacionais oferecidas como o grande diferencial na aprendizagem.

“Temos Chromebooks e Smart TV que nos ajudam muito a navegar pelo conteúdo das plataformas digitais. Tudo isso é muito bom para compreender o que é repassado pelo professor em sala de aula”, pontuou.

Já a diretora da unidade, a professora de História Telma Bezerra Cavalcante, destacou que o local é como uma casa para muitos que a frequentam e que gestão tem o apoio dos pais, do Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar, dos demais servidores e, principalmente, dos estudantes.

“Convivemos com mais de mil estudantes e criamos laços que duram para o resto da vida. Aqui é parte das nossas casas”, afirmou.

A solenidade também contou com a presença do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia; secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra; deputado estadual Carlos Avallone, senador Wellington Fagundes, deputados federais coronel Fernanda e Abílio Brunini; vereadores Felipe Correa e Dilemário Alencar; presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau de Souza Júnior, e a filha da patrona da escola, Diana Souza. A mãe dela, Dione Augusta da Silva Souza, era formada em Pedagogia pela Universidade Federal de Mato Grosso e foi diretora da Escola Estadual Alina Tocantins.
Espaço foi totalmente reformado – Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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