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Seduc atualiza plataforma que monitora abandono e risco de evasão escolar

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) colocou em operação a Plataforma Ficha Ficai Online 2.0, uma atualização da versão lançada em abril de 2023, que ajuda no combate à evasão escolar e na garantia de acesso e permanência de crianças e adolescentes no ambiente escolar.

A usabilidade da plataforma foi observada ao longo do ano passado, resultando nas mudanças propostas na nova versão da ferramenta, diante das necessidades do trabalho de busca ativa escolar.

“A utilização da plataforma Ficha Ficai Online é uma das ações previstas no Programa Nenhum Estudante a Menos, e que tem como principais objetivos identificar as crianças e os adolescentes que estão em situação de risco de abandono escolar, evasão escolar e exclusão escolar para garantir os direitos fundamentais da criança e do adolescente e promover o fortalecimento de vínculos entre os estudantes, a família e a escola”, explica o superintendente de Gestão Escolar da Seduc, Ronair Batista Moreira da Silva.

O superintendente observa que a busca ativa é uma estratégia composta por uma metodologia social e por ferramentas tecnológicas que auxiliam organismos governamentais na identificação, registro, controle e acompanhamento de crianças e adolescentes que estão fora da escola ou em risco de abandono escolar. “Cabe ressaltar que, apesar da busca ativa ser ‘escolar’, ela não é feita somente pelas unidades escolares”, acrescenta.

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De acordo com a Seduc, uma das grandes novidades da nova versão da Ficha Ficai foi a criação de um módulo específico para os estudantes em risco de evasão. Para além dos estudantes que têm um número elevado de faltas, também é possível monitorar aqueles que por algum motivo não renovaram a matrícula na rede estadual e tentar localizá-los.

O mobilizador estadual de Busca Ativa Escolar, Victor Queiroz, do Núcleo de Mediação Escolar, explica que, a partir do momento que um estudante falta três dias consecutivos ou tem cinco faltas alternadas no espaço de um mês, a unidade escolar é orientada a abrir uma Ficha Ficai para fazer o acompanhamento do estudante.

“Com isso, a equipe da escola faz o esgotamento de suas possibilidades, realizando o que é possível para localizar o estudante faltoso. Se em 15 dias ele não voltar para a escola, acionamos o Conselho Tutelar para que a instituição possa nos ajudar nesse processo de busca do estudante”, observa.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, com o Programa Nenhum Estudante a Menos, a Seduc reafirma o seu compromisso com a educação de qualidade e com a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

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“Acreditamos que, por meio desse trabalho conjunto, conseguiremos reduzir os índices de evasão escolar e proporcionar um ambiente educacional mais inclusivo e acolhedor para todos os nossos estudantes”, finalizou o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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