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Polícia Militar prende mulher com 28 porções de cocaína em Tangará da Serra

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Equipes policiais de Tangará da Serra prenderam em flagrante uma mulher de 26 anos por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (22.05). Na ação, a PM apreendeu 28 porções de cocaína com a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta de 20h, a Força Tática do 7º Comando Regional recebeu denúncias sobre uma mulher que estava vendendo drogas em uma praça no bairro Jardim Califórnia. Os policiais iniciaram diligências na região e localizaram a suspeita em um bar, nas proximidades da praça.

Os militares abordaram a suspeita e não encontraram nada de ilícito. A mulher também estava com uma bolsa, onde foram encontradas 28 porções de cocaína e uma balança de precisão pequena.

Ao ser questionada sobre os entorpecentes, a mulher afirmou que estava vendendo o material para levantar dinheiro e comprar móveis para sua casa. A suspeita não informou onde conseguiu o material.

Diante da situação, a mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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