MATO GROSSO
Sistema de rastreabilidade dos produtos florestais de MT é apresentado em evento da indústria madeireira
MATO GROSSO
A Feira Carrefour, um dos eventos mais importantes da indústria madeireira no mundo. foi realizada entre os dias 28 e 30.
No Sisflora atualmente são 3.760 empreendimentos ativos no sistema, dentre eles, empreendimentos de exploração florestal, indústrias madeireiras, picador móvel e empreendimentos que utilizam a madeira como fonte de energia.
A secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, explicou que a Europa tem ampliado as exigências para importar produtos de origem florestal, e o assunto foi abordado durante uma entrevista ao Journal Bati, de um canal francês, e com os participantes brasileiros e estrangeiros que passaram pelo evento.
“O Sisflora 2.0 está em operação há um ano e promove uma resposta sobre a rastreabilidade dos produtos florestais trazendo essa noção perante a legalidade na exportação junto aos sistemas estadual e federal desde a sua origem”, explicou
Mauren frisou ainda o potencial de Mato Grosso em produzir madeira nativa por meio de manejo florestal sustentável. “Atualmente, estamos com pouco mais de 5 milhões de hectares de manejo e nossa meta é chegar a 6 milhões de hectares até 2030. Com um potencial de reduzir em 16% as emissões estaduais, o manejo florestal está entre as 12 ações prioritárias do Programa MT Carbono Neutro 2035” completa ela.
Participaram do evento o vice-governador Otaviano Pivetta, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a deputada estadual Janaína Riva, o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Ednei Blasius, o presidente do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), Frank Rogieri, o presidente do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Sílvio Rangel.
Aproximadamente 670 expositores de diferentes países apresentam produtos e soluções para os setores da construção, moveleiro e outros grupos de interesse no tema. A feira bienal atrai profissionais de diversos segmentos relacionados à madeira, incluindo indústrias de processamento de madeira, fabricantes de máquinas e ferramentas, design de interiores, decoração, móveis e iluminação. O evento é uma plataforma essencial para descobrir inovações, estabelecer parcerias comerciais e acompanhar as tendências do mercado.
Sobre o Sisflora 2.0
O controle da comercialização de produtos florestais no Mato Grosso é feito com a utilização do Sisflora 2.0, implantado em 19 de maio de 2023. O sistema funciona de forma integrada com o sistema federal, DOF+ Rastreabilidade, e permite o conhecimento da cadeia de custódia dos produtos florestais, desde a origem, nos Plano de Manejo Florestal Sustentável devidamente autorizados pela Sema, até o consumidor final.![]()
Sema-MT
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0