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Operação em Jaciara resulta na prisão em flagrante de seis por tráfico e posse irregular de arma de fogo

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O cumprimento de 21 mandados de buscas na Operação Purgato 2, em Jaciara, nesta quinta-feira (20.06), resultou em seis presos em flagrante pelos crimes de tráfico, associação para o tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e maus-tratos animais.

Uma sétima prisão durante a operação decorreu de cumprimento de mandado judicial da Comarca de Juína, de um foragido da Operação Circumventum, também de combate ao tráfico e organização criminosa na região Noroeste.

Em um dos endereços alvos da operação, os policiais civis flagraram uma rinha de galo, atividade ilícita e que expõe aves a maus-tratos intensos. O dono da casa foi detido em flagrante e responderá pelo crime contra a fauna. Os animais foram apreendidos e serão encaminhados a um abrigo.

Em outros endereços na cidade de Jaciara, a Polícia Civil, com apoio de cão farejador da Polícia Rodoviária Federal, localizou entorpecentes, como maconha e pasta base. Quatro armas de fogo e aparelhos celulares foram apreendidos com diferentes alvos da operação.

A delegada de Jaciara, Anna Paula Mariem, pontuou que os materiais reunidos na operação vão subsidiar a continuidade das investigações, que tiveram início em janeiro deste ano, para identificar os responsáveis pelo tráfico doméstico de drogas e atuar na repressão à ação de uma organização criminosa no município.

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A operação contou com 66 policiais da Delegacia Regional, 1ª Delegacia, Delegacia de Homicídios, Delegacia de Roubos e Furtos, e Delegacia Especializada da Mulher, todas de Rondonópolis; Ainda, delegacias de Pedra Preta, Juscimeira e Dom Aquino e a Polícia Rodoviária Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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