MATO GROSSO
Escola estadual do campo ganha reforma completa e estrutura moderna com investimento de R$ 2,5 milhões
MATO GROSSO
Situada no Distrito de cachoeira da Fumaça, a escola tem 262 estudantes matriculados, a escola atende 110 alunos com transporte escolar rural, além de três estudantes Público-Alvo da Educação Especial (PAEDE) nas modalidades educação do campo, educação indígena e Educação de Jovens e Adultos (EJA Indígena).
O prefeito de Novo São Joaquim, Leonardo Faria Zampa, afirmou que a escola se tornou o cartão-postal do Distrito de Cachoeira da Fumaça. Ele destacou, ainda, que todos os estudantes poderão usufruir da estrutura moderna, incluindo a quadra de esportes.
“Nosso município ganhou um belíssimo cartão-postal e um espaço condizente com a realidade educacional que a Seduc oferece a Mato Grosso. Temos a melhor educação pública e isso já está provado”, disse.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressaltou que, desde 2019, a Secretaria de Estado de Educação oferece uma realidade totalmente diferente para os estudantes da rede.
“Além do conforto de uma escola moderna, temos conectividade e tecnologias em sala de aula, além das plataformas digitais e material didático diferenciado. Esta obra foi coletiva e não tem nada mais precioso do que entregar um novo prédio e inaugurar uma quadra poliesportiva. Estamos garantindo que a rede pública seja cada vez melhor. Esse é o papel do Estado e a Seduc tem feito a lição de casa”, afirmou Alan Porto, durante a inauguração da obra, na sexta-feira (28.06).![]()
A EE José de Alencar atende nas modalidades educação do campo, educação indígena e EJA Indígena
O diretor da escola, Emival Pereira da Costa, ressaltou o comprometimento dos professores, o respeito mútuo e a participação ativa da comunidade. Na avaliação do gestor educacional, a unidade tem sido um espaço de educação e de acolhimento e integração de toda a comunidade.
“Esta comunidade é muito participativa em todos os assuntos relacionados à educação pública. Está sempre presente porque mantemos as portas sempre abertas e atuamos com muita transparência. Agora, com este novo espaço muito mais atrativo nossa expectativa é que essa relação entre a escola e a comunidade se fortaleça inda mais”, disse Emival.
A importância da reforma para motivar os alunos e promover a integração da comunidade também foi destacada pela professora de Língua Portuguesa Gisele Santana Rodrigues. “Temos biblioteca muito bem equipada, mobiliários novos, laboratórios, Chromebooks para os estudantes e todo o apoio necessário por parte da Secretaria de Educação”, explicou Gisele.
Os estudantes também expressaram satisfação com o novo prédio. Arthur Junior, de 14 anos, do 8º ano, enfatizou o conforto do ambiente, enquanto Carlos Eduardo, de 8 anos, do 5º ano, destacou a presença de tecnologias que auxiliam no aprendizado.
“Tudo o que precisamos para aprender temos aqui, como Smart TV, internet de qualidade e os Chromebooks para acessarmos o Sistema Estruturado e as aulas de Inglês”, finalizou Arthur.
Também participaram da solenidade Fernando Carlos Costa (vice-prefeito), Thiago Macedo (secretário municipal de Educação), os vereadores Júlio Bispo (presidente da Câmara de vereadores), Auder Leandro, Leandro Souza Silva, José Augusto Maester, Triel Rezende, Adão David, Carlos Roytten, Jaino José Alves e Cleber Gonçalves; além de Silvia Figueiredo (Diretora regional de Educação).
A região da Cachoeira da Fumaça está localizada à margem esquerda do rio das Mortes, aos arredores da reserva indígena São Marcos da etnia Xavante. Está numa região que também conta com pequenos produtores rurais e grandes fazendas que cultivam grãos e criam gado de corte.![]()
Além da reforma geral e dos novos mobiliários, a escola ganhou uma quadra poliesportiva
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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