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Com quase 4 mil hectares atingidos por queimadas, Parque Nacional de Chapada fecha todos os atrativos

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A área queimada em Chapada dos Guimarães correspondia a de 36.290 hectares, sendo 3.807
no Parque Nacional até quarta-feira (11). Nessa sexta-feira (13), o Instituto Chico Mendes
(ICMBio) divulgou o fechamento de todos os atrativos do Parque Nacional de Chapada dos
Guimarães por conta dos incêndios florestais. Não há previsão de reabertura.

Véu de Noiva, Cachoeira dos Namorados e Cachoeirinha, Circuito das Cachoeiras, Casa de
Pedra, Morro de São Jerônimo, Cidade de Pedra e Vale do Rio Claro estão entre os atrativos que
foram fechados para visitação.
De acordo com o ICMBio, responsável pela administração do Parque Nacional, há mais de 20
dias, brigadistas do instituto estão atuando no combate aos incêndios que atingem diversas
regiões de Chapada dos Guimarães.
Durante a manhã e tarde dessa sexta-feira (13), as equipes mobilizadas combateram dois
incêndios florestais na região do Mutuquinha e Fazenda Chafariz. Ao todo, 30 brigadistas do
ICMBio e Ibama/PrevFogo estiveram na linha de frente.
O ICMBio informou que já iniciou os processo de investigação da causa dos incêndios. A
decisão de fechar o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães foi motivada pelo aumento
dos focos de calor e risco iminente de novas queimadas.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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