MATO GROSSO
Nova análise da Sema aponta que Balneário e Rio Estivado estão próprios para banho
MATO GROSSO
Foi constatada melhora nas condições de banho e de recreação no rio, o que permitiu obter a classificação própria, no nível satisfatório
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) informa que foi realizada uma nova campanha de balneabilidade no Rio Estivado e realizadas coletas dentro do Balneário Estivado, em Bom Jardim, Nobres. Nesta nova análise foi constatada melhora nas condições de banho e de recreação no rio.
O Rio Estivado foi um dos monitorados pela Campanha de Balneabilidade deste ano, no mês de junho, em um ponto que, na primeira análise, foi considerado impróprio para banho. Na nova coleta, que aconteceu agora no mês de agosto, a contagem de coliformes no local foi mais baixa, o que permitiu obter a classificação própria, no nível satisfatório.
Na primeira análise, a coleta não foi realizada dentro do Balneário Estivado, apenas nas proximidades. Como o balneário é um local de alto potencial turístico e é muito visitado o ano todo por pessoas de todas as regiões de Mato Grosso e de outros Estados, a Sema, por meio do Laboratório de Monitoramento da Água e do Ar, realizou nesta análise a coleta também dentro do local.
“Dos locais considerados impróprios na Campanha de Balneabilidade 2024, apenas Balneário Estivado solicitou uma nova coleta no Rio Estivado e que abrangesse também o interior do empreendimento para se ter informações mais precisas, já que na primeira análise não havia tido coleta dentro do ponto turístico, mas apenas em suas proximidades. Nesta nova análise foi constatada melhora nas condições de banho e de recreação no Rio Estivado e condições adequadas dentro do Balneário Estivado”, explicou o coordenador de Monitoramento da Água e do Ar da Sema-MT, Sérgio Figueiredo.
Nos outros locais classificados como impróprios para banho, no boletim da Sema, não houve alteração. Desta forma o alerta da Pasta continua para que a população não utilize a água para recreação primária.
Análise da Sema
A análise de balneabilidade verifica a qualidade das águas dos rios para recreação primária, que é o contato direto e prolongado com a água. O monitoramento é feito em praias com maior número de visitantes e a classifica como própria ou imprópria para banho.
A utilização da água para fins recreativos é comum, principalmente nos rios próximos às cidades, onde ocorre a formação de praias na época da seca. Por esse motivo, torna-se relevante conhecer a qualidade da água para garantir a conservação dos recursos hídricos e a proteção da saúde da população.
A Sema orienta a população a sempre evitar a recreação de contato primário (balneabilidade) nos locais classificados como impróprios, evitar o banho após a ocorrência de chuvas de maior intensidade, evitar ingestão de água destes locais sem o devido tratamento, com redobrada atenção a crianças e idosos.
A população também pode comunicar à Secretaria eventos ou circunstâncias que possam levar a dúvidas quanto à manutenção da condição de balneabilidade de qualquer recurso hídrico utilizado para recreação de contato primário, para que a Pasta, se necessário, adote providências de novas avaliações.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0