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Mulheres cobram vereador por dívida de campanha

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Quatro mulheres que trabalharam na campanha do vereador Marcus Brito Junior (PV) denunciam que não foram pagas pelos serviços prestados. Elas afirmam que o candidato combinou um pagamento de R$ 100 por dia e que o acerto seria feito a cada quinzena. Camila Silva, uma das contratadas, diz que começou a trabalhar em 23 de agosto e que já se passaram mais de 30 dias sem receber.

O total devido varia entre R$ 700 e R$ 800. Quando tentam cobrar, recebem respostas inconsistentes de um funcionário do gabinete, que promete pagamentos em datas diferentes, mas não cumpre. “Ele só enrola. Sempre diz que o vereador vai repassar, mas nunca acontece”, reclamou Camila.

O vereador Marcus Brito Junior declarou ter arrecadado R$ 48.717,20 para sua campanha, com despesas de R$ 39.899,06, incluindo gastos com militância e eventos promocionais.

Segundo a fonte de informação VGN – VG Notícias, Brito afirmou que os contratos são geridos pelo escritório do contador e que verificará se houve algum erro. Ele se comprometeu a regularizar a situação, caso necessário

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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