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Secretário do Amapá destaca políticas públicas de mineração Sustentável de MT como exemplos

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O secretário de Estado de Mineração do Amapá, Jotávio Borges Gomes, afirmou que Mato Grosso é uma referência no setor mineral sustentável. Ele participa da 2ª edição da Expominério, em Cuiabá, com objetivo de firmar parcerias com o Governo de Mato Grosso e conhecer as políticas públicas de mineração implementadas em Mato Grosso para acelerar o desenvolvimento do setor mineral no Amapá.

“Mato Grosso é um exemplo, um modelo para todo o país no que se refere às políticas para mineração sustentável, especialmente para o Amapá, que está um pouco atrás nesse processo. Mato Grosso já superou etapas que ainda estamos enfrentando, então, seguir esse exemplo pode nos ajudar a abreviar nosso caminho,” afirmou, observando que as características geológicas dos dois estados são similares, o que torna a experiência mato-grossense ainda mais aplicável ao contexto amapaense.

O secretário ainda destacou que iniciativas como a Expominério, que conta com patrocínio do Governo de Mato Grosso, ajudam a promover e dar mais transparência sobre o setor mineral mato-grossense.

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“A Expominério dá voz aos mineradores e evidencia o potencial do setor, além de demonstrar que é possível fazer uma gestão eficiente e transparente. É uma iniciativa fantástica,” elogiou.

Jotávio Gomes participou do painel “Políticas Públicas para a Mineração no Estado de Mato Grosso”, realizado na tarde de quinta-feira (07.11). Na ocasião, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso em exercício, Paulo Leite, informou que o Governo do Estado está implementando uma série de ações para impulsionar e modernizar o setor mineral, com foco na sustentabilidade e na eficiência.

Dentre essas medidas estão a criação de uma Política Estadual de Mineração, a modernização do cadastramento de atividades minerais, parcerias com a Agência Nacional de Mineração (ANM) e a ampliação da equipe técnica especializada, visam atender à crescente demanda do setor e, ao mesmo tempo, promover um crescimento econômico responsável e seguro.

“É um passo essencial para posicionar Mato Grosso como um estado de referência em mineração sustentável. Queremos atrair investimentos que respeitem o meio ambiente e que, acima de tudo, gerem oportunidades para os mato-grossenses. A parceria com a ANM é um avanço crucial para Mato Grosso. Estamos comprometidos em transformar o setor mineral em um dos pilares do nosso desenvolvimento econômico, mas sem renunciar à responsabilidade e o compromisso com a sociedade”, afirmou Leite.

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Como parte da reestruturação do setor, o Governo também está finalizando a contratação de 33 novos profissionais especializados, incluindo 10 geólogos e 10 engenheiros de minas. Essa equipe técnica será dedicada exclusivamente ao setor mineral, o que deve trazer mais conhecimento e agilidade para o acompanhamento e a regulamentação das atividades mineradoras, além de garantir o cumprimento das normas ambientais e de segurança.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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