MATO GROSSO
Prefeito Emanuel Pinheiro entrega na próxima segunda (02) a UBS Sucuri, totalmente reformada e ampliada
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A Prefeitura de Cuiabá entrega na próxima segunda-feira (02), às 18h30, a reforma e ampliação da USF Sucuri – Nelson Bondespacho Nunes (Seu Galego). Totalmente revitalizada, a unidade passa a contar com duas equipes de saúde da família e uma equipe de saúde bucal. Com funcionamento em horário estendido, das 7h às 19h, a USF garante mais acesso e qualidade no atendimento à população da região Oeste.
A unidade agora conta com três consultórios médicos, um consultório de enfermagem, uma sala de triagem, um consultório odontológico, uma sala de vacinação e uma farmácia, tudo preparado para atender às demandas de saúde da comunidade. A reforma incluiu uma completa modernização, com destaque para a instalação de sistema de iluminação em LED e a renovação de toda a parte elétrica.
A USF Sucuri atenderá aproximadamente 6.300 pessoas, abrangendo os bairros Núcleo Habitacional Sucuri, Sucuri, Loteamento Sucuri, Grilo, Tarumã, São João, Porto Bandeira e as áreas residenciais próximas aos córregos José Broac, Pinheira e Distrito da Guia.
A entrega da unidade contará com a presença do prefeito Emanuel Pinheiro, do secretário municipal de Saúde, Deiver Teixeira e do secretário-adjunto de Atenção Primária, José Ricardo Santana.
Serviço:
O que: Entrega da reforma e ampliação da USF Sucuri
Quando: Segunda-feira (02), às 18h30
Onde: Rua Misael Rocha, S/N, estrada velha da Guia – KM 09, Distrito do Sucuri
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0