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TCE aprova contas de 2023 da Defensoria Pública de Mato Grosso e destaca qualidade da gestão

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Os conselheiros elogiaram a administração da Defensoria Pública em 2023, destacando o equilíbrio nas contas e a boa gestão dos recursos.

O plenário do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) aprovou, por unanimidade, as contas da Defensoria Pública de Mato Grosso relativas ao exercício fiscal de 2023, sob a condução da defensora pública-geral, Luziane Castro. A aprovação foi acompanhada de elogios à qualidade da gestão e de observações sobre dois pontos que podem ser aprimorados nos próximos anos.

O processo foi relatado pelo conselheiro Campos Neto que, mesmo pontuando as seis falhas identificadas, informou que quatro foram corrigidas e que as duas que permaneceram não trouxeram prejuízo ao erário.

“No contexto geral das contas, convém salientar que houve economia orçamentária, equilíbrio na execução orçamentária e superávit financeiro. E, que também não foram identificadas irregularidades nos procedimentos de licitação”, disse Neto, recomendando a aprovação das contas.

Para a defensora pública-geral, o julgamento é mais uma prova de que a gestão está no caminho certo. “Ter as contas aprovadas pelo Tribunal de Contas reforça o compromisso da Instituição com a transparência, a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e a dedicação em atender às demandas da população vulnerável do estado, de forma ética e eficiente. Reitero minha alegria de estar à frente da gestão e perceber que o trabalho, mesmo intenso, está no caminho certo” afirmou.

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O primeiro subdefensor público-geral, Rogério Borges Freitas, participou da sessão e explicou que, dos seis apontamentos feitos durante a análise, quatro foram integralmente sanados. E que as duas irregularidades que restaram, não contém má-fé e não causaram danos ao erário, além de terem ocorrido em situações excepcionais.

“O achado de número 02 diz respeito à prestação de contas de uma diária, feita no período do recesso forense. O comprovante do gasto foi anexado somente em janeiro de 2024, devido a um erro no momento de incluir o documento. Foi uma falha operacional e não trouxe prejuízo ao erário.  O outro, tem relação com a designação de servidores para fazer a manutenção de serviços no interior do estado, com permanência superior a 10 dias. Temos uma regra interna de autorizar apenas dez diárias, mas, essa foi uma situação excepcional, de interesse público, e pedimos a compreensão do Tribunal”, explicou o primeiro-subdefensor.

Freitas ainda reforçou que a Defensoria Pública tem se empenhado, continuamente, em aperfeiçoar os processos e sanar as menores falhas. O Ministério Público de Contas e o relator do processo reconheceram que as irregularidades não causaram impacto financeiro e que elas servem como oportunidades para o fortalecimento do controle interno do órgão.

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Economia e qualidade da gestão – O procurador de contas, Alisson Carvalho Alencar, pediu a palavra para elogiar a administração da Defensoria Pública em 2023, destacando o equilíbrio nas contas e a boa gestão dos recursos. “Quero apenas destacar a qualidade das contas da Defensoria Pública em 2023 e dizer que, a permanência de algumas irregularidades serve como ponto de aprimoramento, mas o órgão está de parabéns”, afirmou.

As contas de 2023 da Defensoria Pública foram julgadas em sessão, nesta semana, no processo nº 180163-5/2024, que agora segue para publicação oficial, com a aprovação das contas da gestão da defensora pública-geral Luziane como regulares, com elogios à condução administrativa e ao uso responsável dos recursos públicos.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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