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“Mato Grosso é o Estado com melhor resposta aos crimes ambientais”, afirma secretária

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Mauren Lazzaretti destacou que multas aplicadas por crimes ambientais superou montante de R$ 1,6 bilhão.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, afirmou que o fortalecimento da fiscalização ambiental mato-grossense “permitiu que Mato Grosso seja hoje o Estado brasileiro com a melhor resposta aos ilícios ambientais”.

“Todas as ações implementadas pelo Governo de Mato Grosso tem o propósito de fazer com que o cidadão, que queira empreender dentro da legalidade, tenha um ambiente fértil. Os que ainda insistirem em promover ações ilegais, principalmente o desmatamento, vão sentir a mão pesada do Estado com a punição e com todo o processo de responsabilização”, completou Mauren Lazzaretti durante participação no podcast MT Conectado.

A secretária destaca que o fortalecimento contínuo da fiscalização pode ser notado pela queda de 45% no número de desmatamento e aumento no esforço para as autorizações de desmate legal conforme as regras da legislação ambiental.

Neste ano, o montante de multas aplicadas nos três biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado ultrapassou a casa de R$ 1,6 bilhão.

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“O esforço do poder público é inverter a lógica. Quando nós assumimos, 5% da supressão [vegetal] era autorizada, e 95% ilegal. Hoje, nós ampliamos em 660% a autorização e repreendemos fortemente o desmate ilegal não só com a multa, mas com embargo, retirada de equipamentos, desaparelhamento dos infratores e julgamento rápido dessas sanções e, depois, a inscrição em dívida ativa e execução fiscal”, complementou.

Apresentado pelos jornalistas José Lucas Salvani e Fernando Martins, o episódio completo está disponível no YouTube. Assista abaixo.

 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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