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Seduc conquista prêmio nacional por projeto de prevenção a acidentes nas escolas

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) venceu, nesta terça-feira (10.12), a Campanha Nacional de Incentivo à implementação das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes nas Escolas – CIPA Escolar (2024).

O anúncio foi feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (SIT/MTE), do Governo Federal.

A premiação veio na categoria voltada para estados, municípios ou Distrito Federal. Mato Grosso foi considerado vencedor por apresentar o maior percentual de unidades de ensino sob sua gestão com a CIPA Escolar implementada. Como prêmio, a Seduc levou 20 notebooks e 300 camisetas do projeto.

“A nossa rede estadual de ensino já conta com a Comissão Local de Segurança e Saúde do Trabalho Escolar (CLST) em 609 das 648 escolas, representando 94% das unidades da Rede Estadual de Ensino”, explicou a secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Flavia Emanuelle.

Neste ano, o prêmio abordou o tema segurança e saúde nas escolas e no trabalho, com objetivo de incentivar a implementação de ações preventivas e reforçar a conscientização sobre segurança e saúde nas instituições de ensino em todo o Brasil.

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“O resultado reflete o trabalho contínuo da Secretaria de Educação em promover ambientes escolares mais seguros e saudáveis, reforçando o compromisso com o bem-estar de toda a comunidade educacional”, concluiu Flávia.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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