MATO GROSSO
“Me sinto realizado; só as mortes que estamos evitando na BR-163 faz todo o esforço valer a pena”, afirma governador
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Trecho duplicado entre Posto Gil e Nova Mutum foi entregue nesta sexta (20.12).
O governador Mauro Mendes afirmou que o fato da duplicação da BR-163 estar evitando dezenas de mortes na rodovia já justifica todo o investimento e esforço empreendidos.
Mauro entregou os primeiros 100 quilômetros de duplicação entre o Posto Gil, em Diamantino, e Nova Mutum, nesta sexta-feira (20.12).
O trecho é considerado um dos mais importantes da rodovia, e era onde aconteciam a maioria dos acidentes e mortes. Após as obras, os óbitos reduziram em 85%.
“Superamos um grande desafio, convertendo em realidade um projeto crucial para o escoamento da produção agrícola e a logística do Estado. Me sinto realizado por saber que muitas e muitas vidas não serão mais perdidas aqui. Só as mortes que estamos evitando ja faz tudo valer a pena”, pontuou.
Mauro Mendes compartilhou relatos que tem recebido de moradores da região, que destacaram a melhoria no trânsito após a duplicação da rodovia.
“Conversei com uma senhora aqui hoje, esposa de caminhoneiro, que me relatou o medo que sentia cada vez que seu marido pegava a estrada. Ela já presenciou muitos acidentes nessa rodovia. Com a duplicação, ela me disse estar mais tranquila, sabendo que ele viaja com mais segurança. Essa tranquilidade, essa segurança para as famílias, não tem preço e é o que nos motiva a continuar investindo em infraestrutura”, afirmou o governador.
O governador relembrou a situação da rodovia, que por anos permaneceu com a obra de duplicação paralisada e sem investimentos.
“Conseguimos resolver a questão da BR-163, uma rodovia federal cuja concessão estava com problemas, e teve a sua situação resolvida graças a uma solução inovadora e eficaz. Com o apoio de diversos parceiros e o reconhecimento de inúmeras entidades, o estado assumiu a concessão da rodovia, e agora, utilizando recursos próprios, entrega os primeiros 100 km duplicados”, explicou o governador.
Participaram da solenidade: o vice-governador Otaviano Pivetta; o presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos; o ministro Gilmar Mendes, do STF; o ministro Bruno Dantas, do TCU; o diretor da ANTT, Rafael Vitale; o CEO da Nova Rota do Oeste, Luciano Uchoa; o senador Wellington Fagundes, representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), os deputados estaduais Dr. João, Paulo Araújo, Hugo Garcia, Valmir Moretto, Chico Guarnieri e Júlio Campos; o secretário-chefe de Gabinete do Governador, Jordan Espíndola; e os secretários estaduais Fábio Garcia (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura e Logística), coronel César Roveri (Segurança Pública), Andreia Fujioka (Agricultura Familiar), coronel Grasi Bugalho (Assistência Social e Cidadania), César Miranda (Desenvolvimento Econômico), Alan Porto (Educação), Gilberto Figueiredo (Saúde), David Moura (Cultura, Esporte e Lazer), Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão) e Rogério Gallo (Fazenda).
Também estiveram presentes o presidente da MT Par, Wener Santos; o diretor-geral da Politec, Jaime Trevisan; o comandante do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Gledson Oliveira; o comandante da Polícia Militar (PM), Fernando Tinoco; o presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Serafim de Barros; a presidente do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Emanuelle de Almeida; o secretário-controlador Geral do Estado (CGE), Paulo Farias; o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat), Marcos de Sá, além de prefeitos e empresários da região.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0