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Botafogo inicia 2025 em clima de incerteza: elenco ameaça não se reapresentar devido a atrasos salariais e indefinição no comando
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“Botafogo inicia 2025 com indefinições e atraso nos pagamentos; elenco ameaça não se reapresentar”
O ano de 2025 começa em clima de incerteza para o elenco do Botafogo, que conquistou a Libertadores e o Brasileirão na temporada passada. Embora o time tenha alcançado seus maiores títulos, o cenário atual é bem diferente, marcado por indefinições e questões financeiras pendentes.
A reapresentação dos jogadores, programada para esta terça-feira no Espaço Lonier, no Rio de Janeiro, ocorre em meio a um cenário de incertezas: sem treinador, sem reforços anunciados e com a saída de 12 atletas. A equipe cogita não se apresentar para os treinos caso a diretoria não quite os pagamentos atrasados, incluindo a premiação da Libertadores, o 13º salário e as férias.
Indefinição no comando técnico
O Botafogo já passou por mudanças com a saída do técnico Artur Jorge, que foi para o Al-Rayyan, no Catar, após mais de 20 dias de especulações. A primeira tentativa do clube para substituí-lo foi a contratação de André Jardine, mas o treinador optou por permanecer no América do México. Desde então, a busca por um novo comandante tem sido centralizada pelo dono da SAF alvinegra, John Textor, mas os nomes preferidos permanecem em sigilo.
Despedidas de peso
Apesar da manutenção da base do time titular, o Botafogo perdeu importantes peças. Além do já citado Artur Jorge, o clube viu saídas definidas de 12 jogadores: Rafael (aposentado), Tchê Tchê, Marçal, Adryelson, Pablo, Gatito Fernández, Óscar Romero, Eduardo (término de contrato), Hugo (emprestado ao Vitória), Tiquinho Soares (rumo ao Santos), Luiz Henrique (ainda sem clube definido) e Thiago Almada, que seguiu para o Lyon.
Atrasos financeiros e possíveis contratações
Ainda sem novos reforços anunciados, o Botafogo tem negociações em andamento para a contratação de dois jogadores: o zagueiro Jair, do Santos, e o goleiro Léo Linck, do Athletico-PR, além de propostas feitas por Marlon Gomes, Bitello e Cucho Hernández. No mesmo período do ano passado, o clube já havia anunciado cinco reforços.
No entanto, o cenário financeiro preocupa. A diretoria ainda não cumpriu a quitação das pendências com os jogadores, o que levou o elenco a ameaçar não se apresentar para a reapresentação. Em um grupo de mensagens com o CEO do Botafogo, Thairo Arruda, os jogadores cobraram que o clube resolva as pendências financeiras, que incluem salários, 13º e férias, tanto dos atletas que ainda estão no clube quanto dos que já deixaram o time.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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