MATO GROSSO
De peixe a chocolate: saiba como harmonizar cervejas especiais com receitas tradicionais da Páscoa
MATO GROSSO
A Páscoa é sinônimo de encontros à mesa, tradições e, claro, sabores especiais. Peixes, frutos do mar e muito chocolate são protagonistas da ocasião e a escolha da bebida certa pode realçar ainda mais essas experiências gastronômicas. Para os amantes da cerveja, é possível explorar combinações equilibradas entre os estilos certos e pratos típicos da ocasião, que pode transformar a experiência à mesa e realçar ainda mais os sabores.
Para ajudar na escolha, a sommelier de cervejas do Grupo Petrópolis, Ana Paula Nicolino, traz dicas para transformar o almoço de Páscoa em uma verdadeira experiência sensorial. “Cada cerveja tem suas características únicas, como teor alcoólico, intensidade, dulçor e carbonatação, que pode, complementar ou contrastar com os sabores dos pratos. A chave para uma boa harmonização é o equilíbrio para que um não sobreponha ao outro”, explica a especialista.
Confira as sugestões de harmonização para os pratos típicos da Páscoa:
Bacalhau e outros peixes
O bacalhau, estrela do almoço de Páscoa, é um prato tradicional da culinária portuguesa, porém, bastante consumido no Brasil durante a sazonalidade. Para equilibrar seu sabor intenso e salgado, a sugestão é a cerveja Black Princess Miss Blonde, uma Blonde Ale que traz leveza e notas maltadas suaves.
Já aqueles que preferem outros tipos de pescados, como salmão, tilápia, merluza, linguado ou robalo, a melhor indicação são as cervejas de trigo, como Petra Weiss
e Black Princess Doctor Weiss, que apresentam um corpo médio, acidez equilibrada e notas frutadas que realçam a delicadeza dos peixes.
Cordeiro
Embora menos tradicional, o cordeiro é um prato típico de muitas mesas no período, especialmente em regiões do Brasil com forte tradição de consumo de carnes assadas. Com sabor marcante, gordura bem distribuída e um toque levemente adocicado, a indicação de cerveja para acompanhar o prato é a Black Princess Let’s Hop, uma autêntica IPA, com amargor e aromas cítricos que contrastam com a suculência da carne, proporcionando equilíbrio ao paladar.
Arroz de Páscoa
Um acompanhamento versátil e que complementa perfeitamente o tradicional bacalhau, peixes e frutos do mar na ceia pascal. O prato pode ser preparado com ingredientes que trazem sofisticação e sabor, como castanhas, amêndoas, vegetais e uvas-passas. Para harmonizar, a cerveja deve ser mais suave, como a Black Princess Gold, American Lager Puro Malte Premium. “Para não sobrecarregar o prato, é importante observar os complementos do prato para decidir qual rótulo vai acompanhar a refeição, quais os grãos utilizados, molhos e vegetais presentes no arroz”, complementa a sommelier.
Massas
Para quem prefere massas para o almoço de Páscoa, elas podem ser preparadas com molhos leves e sofisticados, como pesto ou manteiga de ervas. Nesses casos, a Black Princess Miss Blonde (Blonde Ale), que tem equilíbrio entre dulçor e amargor, é uma excelente opção de harmonização.
Já para molhos mais elaborados, como à base de tomate ou queijos, a Black Princess Let’s Hop (IPA) traz um toque cítrico e a Black Princess Back to the Red com presença marcante de malte e amargor na medida contrastam com a acidez do molho e a gordura presente nos queijos.
Chocolates
Quando falamos de Páscoa e tradição, ovos de Páscoa e sobremesas de chocolate estão sempre presentes e a cerveja pode ser um bom par, “doce para nos felicitar e cerveja para nos alegrar”. “Para garantir a boa harmonização entre eles a dica é buscar o equilíbrio entre intensidades, da cerveja e do chocolate. Geralmente, cervejas com maior teor alcoólico harmonizam melhor com chocolates mais cremosos, proporcionando uma experiência mais interessante ao paladar”, explica Ana Paula Nicolino.
As sobremesas que levam chocolate ao leite caem bem com cervejas escuras, como a Petra Schwarzbier, Petra Escura e Black Princess Dark, por conta das notas torradas que complementam o dulçor do chocolate.
Se a sobremesa for à base de chocolate amargo, por ter sabor mais intenso, a melhor pedida é uma cerveja do estilo German Bock, como a Black Princess Tião Bock, que traz um leve dulçor, contrastando com o amargor do chocolate.
Já para as receitas com chocolate branco, a sugestão é servir com a cerveja Black Princess Doctor Weiss, de estilo Kristallweizen, cuja alta carbonatação ajuda a limpar o paladar da gordura do chocolate, deixando a combinação mais agradável e equilibrada.
A Colomba Pascal, pão doce tradicional originário da Itália, também pode ser apreciada com cerveja. “Por ser uma receita de massa amanteigada e cobertura crocante de amêndoas e açúcar, harmoniza com uma cerveja de trigo levemente adocicada como a Petra Weiss, que realça suas notas de baunilha e especiarias”, reforça a sommelier Ana Paula.
Seja para um almoço tradicional ou para explorar novas combinações, a Páscoa é uma ótima oportunidade para experimentar diferentes harmonizações e descobrir novos sabores.
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em https://site-stg.grupopetropolis.com.br/ e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
SOBRE A PETRA – A Petra é uma marca de cervejas desenvolvida seguindo a melhor tradição cervejeira mundial. Cada um dos estilos carrega a história de respeito aos preceitos essenciais de processos e matérias primas, sem ceder a modismos ou experimentações. Prezando pela harmonização, Petra apresenta rótulos que agradam aos mais exigentes paladares: Petra Origem Puro Malte, Petra Aurum, Petra Schwarzbier, Petra Bock, Petra Weiss Bier, Petra Stark Bier e Petra Origem Escura Premium. A Petra é parceira do Saber Beber, programa que incentiva o consumo consciente de álcool, reforçando que o ato de beber não é um problema, desde que seja feito de forma consciente e responsável. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejapetra.com.br e @cervejapetra.
SOBRE A BLACK PRINCESS – Produzida em uma fábrica localizada na cidade de Teresópolis, a Black Princess surgiu em 1882 e desde então vem conquistando os mais exigentes apreciadores de cerveja. Hoje conta com oito rótulos: Black Princess Gold, Black Princess Dark, Black Princess Doctor Weiss, Black Princess Let’s Hop, Black Princess Miss Blonde, Black Princess Back to the Red, Black Princess Tião Bock e Black Princess APA-82. Saiba mais sobre a cerveja em www.cervejablackprincess.com.br e @cervejablackprincess
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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