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DIA MUNDIAL DA PELE: SUA PELE FALA, E MERECE SER OUVIDA

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Neste 8 de julho, celebramos o Dia Mundial da Saúde da Pele, uma data internacional que chama a atenção para um tema por vezes reduzido à estética, mas que na verdade envolve saúde, ciência, prevenção e bem-estar. Criada pela ILDS (International League of Dermatological Societies) e pela ISD (International Society of Dermatology), a campanha deste ano tem um marco especial: a participação oficial da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) no movimento global, com o lema “Sua pele fala, só o dermatologista entende.”

E é exatamente essa escuta atenta — técnica, clínica e humana — que norteia o trabalho da Dra. Sullege Suzuki, médica dermatologista com trajetória sólida na área e reconhecida por sua abordagem científica, ética e centrada no paciente. Para ela, a pele é capaz de expressar desequilíbrios internos, sinais silenciosos de doenças e também impactos emocionais.
“Cada mancha, lesão ou alteração na pele precisa ser analisada com profundidade. Dermatologia é ciência. É investigação. E o olhar do especialista faz toda a diferença tanto no diagnóstico precoce quanto na condução correta dos tratamentos”, explica Dra. Sullege.

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Dados da SBD mostram que a maioria dos brasileiros ainda subestima sintomas dermatológicos ou recorre a soluções sem orientação médica — o que pode atrasar diagnósticos, agravar quadros clínicos e até comprometer a saúde sistêmica. Entre as condições mais atendidas estão melanomas, melasma, acne, rosácea, psoríase, alopecias e os diversos tipos de câncer de pele.

Neste Dia Mundial da Saúde da Pele, Dra. Sullege reforça o convite à conscientização: “A pele precisa ser cuidada com conhecimento e responsabilidade. O que se vê na superfície pode ter causas muito mais profundas. E entender isso é essencial para tratar com verdade.”

A campanha internacional segue ao longo do mês com ações da Sociedade Brasileira de Dermatologia e apoio de profissionais em todo o país. Para Dra. Sullege, esse é também um momento de valorização da Dermatologia como especialidade médica fundamental, que une ciência, técnica e propósito.

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A Casa do Parque transforma Caravaggio em experiência imersiva

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Em tempos de consumo acelerado da imagem e de experiências culturais cada vez mais superficiais, um projeto criado em Cuiabá propõe o caminho inverso: desacelerar o olhar. No próximo dia 21 de maio às 20h, A Casa do Parque estreia O Banquete, encontro concebido para transformar a história da arte em experiência sensorial, intelectual e afetiva.

Fruto de uma parceria entre Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e o professor de história da arte Rafael Branco, o encontro nasce com uma ambição rara no circuito cultural contemporâneo: formar público sem didatismo, aproximando grandes obras da arte universal de uma vivência estética real, atravessada por narrativa, música, vinho e atmosfera.

A primeira edição mergulha na obra de Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610), artista que revolucionou a pintura barroca ao aproximar o divino da carne, da sombra e do drama humano. Sua obra, marcada pelo contraste radical entre luz e escuridão, violência e beleza, segue contemporânea justamente por recusar idealizações.

“Mais do que falar sobre arte, queremos criar uma travessia pela obra. A Casa do Parque sempre acreditou que cultura também pode ser experiência viva, sensorial e emocional”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque. “O Banquete nasce desse desejo de aproximar as pessoas da arte de uma forma menos acadêmica e mais humana, sem perder profundidade.”

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Ao longo da noite, Rafael Branco conduz o público por imagens, contextos históricos e interpretações que ajudam a compreender não apenas a técnica de Caravaggio, mas o impacto filosófico e simbólico de sua obra sobre o imaginário ocidental.

Mas a proposta evita o formato tradicional de palestra. Em vez disso, o público é convidado a ocupar uma experiência cuidadosamente construída para provocar percepção, escuta e contemplação.

A atmosfera da noite entre vinho, música e projeções dialoga diretamente com a ideia do banquete como ritual de encontro e partilha intelectual.

“Construímos uma noite para aproximar a história da arte do público, através de uma experiência sensorial mais ampla, em que imagem, som, sabor e cena são costuradas em uma mesma narrativa sobre universo de Caravaggio. Para além de apresentar sua obra, a proposta é criar uma vivência imersiva e inédita na cidade de Cuiabá, a partir de um dos grandes nomes do barroco italiano.”, observa Rafael Branco.

Com O Banquete, A Casa do Parque reforça um movimento que vem consolidando em Cuiabá: o de criar experiências culturais autorais, sofisticadas e voltadas à formação de público.

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Nessa noite apenas o bar da Casa estará em funcionamento, não havendo serviço gastronômico.

Serviço:
O BANQUETE
21 de maio, às 20h
A Casa do Parque
Ingresso social: R$ 150 + 1 litro de leite longa vida
Informações e ingressos: 98116-8083
Lugares limitados.

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