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De filho para pai: Cacildis é símbolo de amor e memória no Dia dos Pais

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No Dia dos Pais, a cerveja Cacildis se destaca como mais que uma homenagem: ela é um verdadeiro elo entre gerações, reforçando lembranças, afetos e histórias. Criada por Sandro Gomes, filho do eterno Mussum, a marca – pertencente ao Grupo Petrópolis, maior cervejaria com capital 100% nacional -, é parte importante do resgate e manutenção da história de Antônio Carlos Bernardes Gomes, não somente como artista, mas, também, enquanto pai.
Sandro conta que seu pai era bastante amoroso, presente e preocupado com o dia a dia da família, apesar de ter uma agenda completamente corrida. De humor ímpar até dentro de casa, Mussum era muito protetor, cobrava os estudos e transmitia valores de respeito ao próximo. “Lembram dele como Mussum, sendo um dos mais marcantes artistas do Brasil. Mas, para mim, sempre foi ‘meu pai’. A criação da Cacildis não foi somente pela história da pessoa pública, mas, também, como uma forma de manter o legado dele enquanto esposo e pai de cinco filhos”, conta Sandro.

De origem humilde, Mussum nasceu no Rio de Janeiro, em 7 de abril de 1941, no Morro da Cachoeirinha. Formou-se sargento na Aeronáutica e, posteriormente, foi um dos fundadores do grupo Os Originais do Samba, nos anos 60. Com seu carisma natural e jeito irreverente, o grupo chegou ao sucesso e ajudou a consolidar um estilo musical que misturava samba raiz com doses de bom humor, marcando época na música brasileira. Em 1974, recebeu o convite para integrar Os Trapalhões, assim se dividindo, até 1981, entre o samba e a comédia.

“Meu pai desenvolveu uma linguagem cômica totalmente atemporal, podendo ser compreendida facilmente mesmo 30 anos depois de sua partida. Quando, em parceria com o Diogo Mello, criei a Cadildis, o objetivo era dar continuidade ao universo e as memórias que ele criou lá atrás”, explica Sandro.

Uma cerveja com alma – e histórias pra contar
A Cacildis foi criada em 2013, um ano após a fundação da “Brassaria Ampolis” – uma combinação entre “brasserie” (local onde se faz a brassagem da cerveja) e “Ampolis”, termo usado pelo Mussum para se referir a garrafa de cerveja. Desde então, a marca cresceu e se transformou em uma verdadeira família com rótulos que homenageiam o vocabulário irreverente do artista.

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Nem só de Cacildis vive o suco de cevadis
Puro malte, com predomínio do malte e lúpulo no aroma. Cacildis é uma cerveja de sabor intenso e refrescante, que nasceu com o desejo da família em criar um produto verdadeiramente diferenciado, feito de forma artesanal e, ao mesmo tempo, popular. O nome é uma homenagem direta ao bordão que Mussum criou ao transformar a expressão “Cacilda!” em “Cacildis!”. O jeito peculiar de falar caiu no gosto do público, virou marca registrada do humorista, inspirando não só o nome da cerveja, mas toda a sua comunicação.
A marca conta com uma família de cervejas que também carregam a alma e o jeito de ser do Mussum. A Biritis (2013), primeira da linha, possui estilo Vienna Larger de baixa fermentação, com coloração alaranjada e um aroma de lúpulo moderado. Já a Ditriguis (2015), é uma witbier (estilo belga) – uma cerveja de trigo diferenciada –, com um inusitado toque de pimenta-da-Jamaica que traz elegância e dá a ela sabores e aromas únicos, refrescantes e surpreendentes. A Forévis (2016) é uma Session IPA arrojada, cítrica, equilibrada e refrescante – perfeita para quem busca leveza com personalidade.

Há outros produtos que integram essa “familis”, como a “Aveludadis” – uma IPA lançada para celebrar os 80 anos de Mussum -, a “Biritis Antonio Carlis” – produzida em edição limitada no dia 7 de abril, aniversário do Mussum, com rótulos numerados de 1 a 2 mil -, a “Chilli Peppis” – uma American Lager, com um toque picante, que se destaca tanto no aroma quanto no sabor – e a “Cacildis Dry Stoutis” – com notas de café, pão tostado e chocolate.

Bar do Mussum: memória vida e samba no pé
Além das cervejas, o universo Cacidils ganhou um ponto físico cheio de significado: o Bar do Mussum. Localizado no Shopping Nova América, em Del Castilho, no Rio de Janeiro, o espaço foi inaugurado em 2023 e oferece ao público um ambiente repleto de memórias afetivas, com fotos, frases icônicas e elementos marcantes da trajetória do humorista, além de muito samba ao vivo.

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Bar do Mussum, localizado no Rio de Janeiro. Foto: divulgação
No cardápio, clássicos de boteco e uma seleção especial de bebidas – com destaque para a cerveja Cacildis –, garantem a combinação perfeita para quem quer celebrar o legado do humorista com “mé geladis” e petiscos. Bolinho de feijoada, torresmo, calabresa acebolada, pastéis e mandioca frita harmonizam perfeitamente com o amargor suave e corpo leve de Cacildis, deixando cada brinde ainda mais especial.

Cerveja, samba e boas lembranças
Cacildis também está no universo musical. A marca conta com um perfil oficial no Spotify e reúne clássicos do samba e do pagode, como Fundo de Quintal, Originais do Samba, Beth Carvalho e, claro, Mumuzinho. Para ouvir a seleção de músicas, acesse Cacildis no Spotify.

SOBRE A CACILDIS – Fundada em 2013 por Sandro Gomes e Diogo Mello, a cerveja Cacildis é uma homenagem ao saudoso humorista Mussum e conta com quatro rótulos fixos: Cacildis, Biritis, Ditriguis e Forévis. Desde 2017, a marca faz parte do portfólio do Grupo Petrópolis. Saiba mais sobre essas cervejas em @cervejacacildis.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks by Itaipava, Crystal Ice, Cabaré Ice e Blue Spirit Ice; os energéticos TNT Energy e Magneto; os refrigerantes It!, Tik Tok e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 140 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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Acrismat e Agrihub apresentam relatório que identifica principais desafios da suinocultura em MT

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O AgriHub apresentou, durante o 5º Simpósio de Suinocultura, realizado nesta sexta-feira (10), em Cuiabá, a edição 2026 do relatório Sementes da Inovação – Suinocultura, que consolida os resultados do programa voltado à conexão entre produtores rurais, startups e especialistas para acelerar a inovação na cadeia suinícola de Mato Grosso. A publicação traz um diagnóstico do setor, identifica os principais desafios enfrentados pelos produtores e apresenta soluções tecnológicas desenvolvidas para aumentar a eficiência, reduzir custos e fortalecer a competitividade da atividade.

De acordo com a gerente do AgriHub, Érika Segóvia, a escolha da suinocultura para esta edição do projeto acompanha a importância crescente da atividade no estado. Atualmente, Mato Grosso ocupa a sexta posição entre os maiores produtores de suínos do país, respondendo por 4,78% da produção nacional.

Nas últimas três décadas, o estado passou por uma expressiva expansão no número de matrizes, saltando de aproximadamente 5 mil para 135 mil animais, consolidando-se como um dos principais polos de crescimento da cadeia suinícola brasileira.

O estudo do projeto Sementes da Inovação foi desenvolvido nos principais polos produtores de Mato Grosso, envolvendo suinocultores das regiões de Sorriso, incluindo Lucas do Rio Verde, Sinop, Vera e Tapurah, e de Campo Verde, contemplando também Primavera do Leste e Nova Brasilândia.

Ao todo, 123 produtores participaram do levantamento, contribuindo com 66 apontamentos que resultaram na identificação de 32 desafios estratégicos para a cadeia produtiva.

Entre os participantes, predominam propriedades de Ciclo Completo (45,4%), seguidas pelas Unidades Produtoras de Leitões (36,6%) e pelas Unidades de Terminação (18,18%). O levantamento mostra ainda que 40% das granjas possuem entre 1,5 mil e 3 mil animais, enquanto outros 40% operam com plantéis superiores a 12 mil cabeças.

O estudo do projeto Sementes da Inovação foi desenvolvido nos principais polos produtores de MT
Segundo Érika Segóvia, o relatório mostra que os produtores demonstram elevada abertura para a inovação, mas ainda enfrentam gargalos importantes relacionados à infraestrutura.

“Enquanto metade das propriedades da região de Campo Verde possui conectividade em toda a área produtiva, nenhuma das propriedades avaliadas em Sorriso conta com cobertura total de internet e parte delas ainda opera sem qualquer tipo de conexão”.

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Apesar desse cenário, o interesse pela inovação é elevado. Em Sorriso, por exemplo, todos os produtores entrevistados afirmaram ter interesse em testar novas soluções tecnológicas, reforçando o potencial para expansão da inovação na atividade.

Após o diagnóstico realizado junto aos produtores, o AgriHub priorizou os temas considerados mais críticos para o desenvolvimento da suinocultura em Mato Grosso. Entre eles estão a qualidade da matéria-prima utilizada nas rações; a comercialização dos animais; a capacitação e tecnologia para mão de obra rural; o acesso a linhas de crédito específicas para a atividade; a gestão operacional das propriedades, envolvendo pessoas, governança e resíduos; e a assistência técnica especializada e independente.

Esses desafios serviram de base para o edital de inovação lançado pelo AgriHub. Ao todo, 36 startups se inscreveram para apresentar tecnologias voltadas à cadeia suinícola. Após o processo de avaliação, seis empresas foram selecionadas por apresentarem maior aderência às demandas levantadas pelos produtores.

As soluções contemplam áreas estratégicas como capacitação profissional, acesso ao crédito, inteligência artificial, visão computacional, rastreabilidade animal, automação de processos produtivos e avaliação zootécnica por sensores tridimensionais.

Além de apresentar o diagnóstico da cadeia, o relatório traz recomendações para ampliar a inovação no setor, entre elas o fortalecimento das parcerias com sindicatos rurais, programas de validação das tecnologias diretamente nas propriedades, capacitações contínuas para produtores e startups, expansão do projeto para novos polos produtivos e criação de redes regionais de inovação.

O lançamento do relatório também recebeu o apoio do setor produtivo. Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, o estudo representa um instrumento importante para orientar decisões e aproximar os produtores das tecnologias que realmente atendem às necessidades do setor.

Segundo ele, o trabalho surpreendeu positivamente pela abrangência e pela qualidade das informações levantadas junto aos produtores.

“Nós ficamos muito entusiasmados com esse trabalho. Agora, recebendo a conclusão de tudo isso, percebemos a dimensão do projeto. É um trabalho muito importante, que vai trazer muita informação e esclarecer dúvidas que muitas vezes o produtor tem sobre as reais necessidades da cadeia. No início, não tínhamos noção do tamanho do projeto e fomos surpreendidos positivamente. Estamos muito felizes porque esse material vai ajudar muito o setor como um todo”.

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Para Tannure, a iniciativa deve servir de referência para outras cadeias produtivas do estado.”Esse é um projeto que todas as atividades produtivas de Mato Grosso precisam aproveitar. Temos muito a aprender. Novas tecnologias surgem o tempo todo e, muitas vezes, elas ainda não chegam até o produtor. O trabalho desenvolvido pelo AgriHub é fundamental para estreitar essa relação entre o campo e a inovação”.

Panorama da suinocultura em MT

O avanço da inovação ocorre em um momento de recuperação da suinocultura mato-grossense. De acordo com o superintendente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e do AgriHub, Cleiton Gauer, a atividade vive um cenário de consolidação do crescimento do rebanho e de fortalecimento da produção.

Segundo ele, a criação de suínos em Mato Grosso cresceu 17,1% em 2026, em comparação com o ano anterior. O estado também registra a terceira alta consecutiva no número de matrizes, que atualmente está 31,94% acima da média histórica, refletindo os investimentos realizados pelos produtores e o processo de profissionalização da cadeia.

Apesar do bom desempenho produtivo, o setor acompanha com atenção a pressão sobre os preços, o que exige estratégias voltadas ao aumento da eficiência e da competitividade.

“Nos últimos anos, a suinocultura de Mato Grosso passou por um processo de recuperação, com aumento do rebanho, dos abates e da produção. Agora, o desafio é equilibrar esse crescimento da oferta com a rentabilidade do produtor. O setor é profissionalizado, investe em tecnologia e segue trabalhando para fortalecer a atividade e garantir sua sustentabilidade no longo prazo”, destacou Gauer.

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