Search
Close this search box.
CUIABÁ

BRASIL

Advogado é investigado por agressão contra porteiro que pediu fim de festa após horário permitido na Zona Sul de SP; VÍDEO

Publicados

BRASIL

Um advogado é investigado suspeito de agredir o porteiro do prédio em que mora, na Zona Sul de São Paulo. Uma câmera de segurança registrou empurrões e chute contra o homem de 41 anos.

Segundo apurado pelo g1, o caso foi registrado no dia 1º deste mês. Na noite da confusão, a irmã do advogado Guilherme Haruki Bergamasco realizava um evento. Uma churrasqueira foi reservada, e um grupo de amigos e parentes confraternizava.

Quando o porteiro avisou que eram 22h, e a festa tinha que ser encerrada, as agressões começaram. Guilherme foi o primeiro a discutir e foi retirado de perto do porteiro. Em seguida, Thiago, que é irmão dele, empurrou a vítima contra o muro.

O vídeo mostra que o advogado voltou e derrubou a vítima. O grupo tentou segurar Guilherme, e o irmão dele chutou o porteiro ainda no chão. Na sequência, o funcionário se distancia e é novamente agarrado por Thiago.

Moradores do condomínio gravaram imagens pelas janelas e viram parte da confusão. A Polícia Militar foi chamada, e a vítima, encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento.

Leia Também:  Três apostas vão dividir prêmio de R$ 53 milhões da Mega-Sena

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública disse que o caso foi registrado como lesão corporal, ameaça e injúria pelo 11º Distrito Policial (Santo Amaro). As investigações foram encaminhadas ao 99º Distrito Policial (Campo Grande), “que prossegue com as diligências para esclarecer os fatos”.

A delegacia que investiga o caso pediu imagens ao empreendimento, e o porteiro passou por exame no Instituto Médico Legal (IML). O g1 apurou que parte do uniforme da vítima foi rasgada, um braço ficou inchado no dia e os óculos ficaram quebrados.

O porteiro foi procurado pelo g1, mas não comentou o caso.

Em nota, o advogado informou que tinha havido um acidente com uma idosa que estava no evento e que o segurança teria agido de forma “truculenta”. Confira a íntegra:

Inicialmente esclarecemos que na data de 01/07/2023, por volta das 21h45, a nossa tia, deficiente e idosa, caiu no degrau que existe na área da churrasqueira e bateu a cabeça no chão, gerando de imediato um ‘galo’ enorme na cabeça e logo em seguida começou a desmaiar e acordar diversas vezes, momento em que foi requisitado o atendimento do SAMU (protocolo 20230198284, atendente Talita). No tempo em que estávamos aguardando o SAMU e desesperados com o ocorrido, o segurança constantemente nos expulsava do local de forma truculenta, dizendo que tínhamos que liberar o espaço, mesmo sendo informado diversas vezes do acidente e que estávamos a espera do SAMU. Em uma dessas tentativas de expulsão, o segurança nos disse que a nossa tia ‘estava era bêbada’, pra levarmos ela embora, quando, infelizmente, tomados por forte emoção, nos desentendemos com o segurança. Portanto, o causador do desentendimento foi o próprio segurança, que não teve o mínimo de respeito com a nossa tia deficiente e idosa. Ademais, vale informar que pela demora do SAMU, a minha tia foi levada ao pronto socorro por conta própria pelo nosso pai e deu entrada no PS Prevent Sênior Brigadeiro Faria Lima.

Leia Também:  Paraguai e Itália enviam ajuda humanitária para o Rio Grande do Sul
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

Publicados

em

A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

Leia Também:  Agentes da PRF envolvidos na morte de Genivaldo são presos

“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

Leia Também:  Incêndio atinge 30 casas em Osasco

Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA