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Diabetes é tema do Sem Censura desta segunda

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O programa Sem Censura, da TV Brasil, apresenta hoje (26) bate-papo sobre as perspectivas para o tratamento da diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2 no Brasil. Com mediação da jornalista Marina Machado, o médico endocrinologista Márcio Dytz e as debatedoras convidadas discutem o tema.

Aproximadamente 17 milhões de brasileiros têm diabetes – uma doença silenciosa que, se não for tratada corretamente, pode trazer graves consequências para o paciente, podendo até levar à morte. Mudanças em hábitos alimentares, a prática adequada de exercícios e, quando necessário, o uso de medicamentos apropriados, permitem que o indivíduo acometido pela doença tenha vida regular.

Márcio Garrison Dytz nasceu em Brasília, em 21 de abril de 1982. Cursou medicina na Universidade de Brasília (UnB) e, após a graduação, seguiu os estudos no Rio de Janeiro. Realizou as residências de Clínica Médica e Endocrinologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Doutor em endocrinologia, Dytz é professor titular da Faculdade de Medicina do UniCEUB e diretor médico do Instituto de Diabetes e Endocrinologia de Brasília (Ideb). Exerceu a profissão no Instituto Nacional do Câncer e no Instituto Estadual de Endocrinologia, no Rio de Janeiro, e atuou como vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional DF no biênio 2019/2020.

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O programa Sem Censura vai ao ar às segundas-feiras, às 21h30, logo após a novela A Terra Prometida, com transmissão para todo o país em TV aberta, por intermédio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação Pública TV, gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e por outras plataformas, como Facebook, Twitter e Youtube, por onde o público pode participar usando a hashtag #SemCensura.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica.

Sintonize: tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site play.ebc.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: tvbrasil.ebc.com.br/webtv

Sem Censura – Dr. Márcio Dytz

Segunda-feira (26), ao vivo, às 21h30, na TV Brasil

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Fonte: EBC Geral

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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