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Homem é encontrado morto na rua depois de madrugada fria em Mauá

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Um homem de 39 anos foi encontrado morto na rua, no ABC Paulista, na manhã de quarta-feira (18). Segundo a prefeitura de Mauá, por volta de 4h da madrugada foi oferecido atendimento ao homem, que apresentava sinais de embriaguez. Ele recusou auxílio dizendo que estava retornando para sua casa nas proximidades.

Horas depois, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi informada de que o homem estava caído na calçada. O Samu foi acionado e constatou a morte. “A vítima era residente na região e os familiares acompanharam o trabalho da perícia. Ainda não foi emitido o laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre as causas da morte”, informou a prefeitura por meio de nota.

Segundo informações da prefeitura, na segunda-feira (16), o município iniciou a Operação Inverno, para intensificar abordagens pelas equipes à população em situação de rua nos dias em que os termômetros marcarem menos de 15°C, além da ampliação do acolhimento noturno. A ação continuará até o dia 30 de setembro.

“Nas primeiras noites e madrugadas da Operação Inverno 35 pessoas foram acolhidas nos abrigos municipais (CentroPop e albergue). Também foram registradas 56 abordagens, além de 17 chamados por telefone”, disse a prefeitura de Mauá.

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A prefeitura também está realizando ação Inverno Solidário, que visa a arrecadação de cobertores, lençóis, toalhas e roupas de frio para população mais vulnerável às baixas temperaturas. Podem ser doados casacos, calças, gorros, luvas, cobertores, lençóis, toalhas de banho, meias, tênis e sapatos em bom estado. A necessidade principal é peças masculinas, já que a maior parte da população em situação de rua é formada por este público.

As doações podem ser feitas nos postos de arrecadação disponibilizados pelo governo nas 23 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), sete Centros de Referência de Assistência Social (CRASs), dois Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREASs, na Central de Cadastro Único, nas secretarias externas da Prefeitura e no Paço Municipal.

A prefeitura pede para quem encontrar pessoas em situação de rua e vulneráveis ao frio entrarem em contato com o CentroPop (4547-1061), em horário comercial, ou ligar para a Defesa Civil (199) ou GCM (153 ou 4543-0354), com atendimento 24 horas por dia.

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São Paulo

Um homem em situação de rua morreu na manhã de ontem (18) enquanto aguardava o café da manhã no Núcleo de Convivência São Martinho, no bairro do Belém, na zona leste da capital paulista. Segundo a prefeitura de São Paulo, o identificado como Isaias de Faria, de 66 anos, passou mal logo depois de entrar no centro de convivência, espaço conveniado com a prefeitura de São Paulo, administrado pelo Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto e que serve refeições. Profissionais da área de saúde tentaram reanimá-lo, mas não tiveram sucesso.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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