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Chapada FeijoFolia 2026: últimos dias para garantir o abadá da festa mais comentada de Chapada dos Guimarães

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A contagem regressiva já começou e Chapada dos Guimarães entrou oficialmente em clima de festa. Faltam apenas cinco dias para o Chapada FeijoFolia 2026, evento que se consolidou como uma das principais atrações do período carnavalesco na região.

No próximo dia 14 de fevereiro, a cidade será tomada por abadás coloridos, muita música e uma energia que já virou marca registrada do evento. Faça chuva ou faça sol, a promessa é de celebração garantida.

Mais do que uma festa, o Chapada FeijoFolia se transformou em um encontro anual de amigos e foliões que já colocaram o evento no calendário. A proposta vai além da música: envolve gastronomia, clima descontraído e a experiência de curtir o Carnaval em um dos destinos turísticos mais procurados de Mato Grosso.

Quem já participou destaca a atmosfera única. A preparação começa dias antes: escolher o look, reunir a turma e, claro, garantir o abadá com antecedência para não correr o risco de ficar de fora.

Nos bastidores, a organização reforça que a procura tem sido intensa e recomenda que o público não deixe para a última hora. A orientação é retirar o kit antecipadamente e chegar preparado para aproveitar cada momento.

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Abadás estão nos últimos lotes

O Chapada FeijoFolia 2026 já entrou no radar de quem entende de festa. Com a proximidade do evento, os abadás seguem em ritmo acelerado de vendas.

A recomendação é simples: quem pretende participar deve garantir o acesso o quanto antes. Em eventos desse porte, a tendência é de esgotamento nos dias que antecedem a festa.

Como comprar o abadá do Chapada FeijoFolia 2026

Os abadás podem ser adquiridos de forma online e presencial. Confira as opções:

Compra online:
🌐 www.primeeventoscba.com.br

Compra via WhatsApp:
📱 (65) 99220-5969 – Wender Arruda

Pontos físicos de venda e retirada:

  • Shopping Estação | Quiosque piso L1

  • Shopping 3 Américas | Prime Eventos

  • Chapada dos Guimarães | Eddy Eddy Shop

A expectativa é de casa cheia e mais uma edição marcada por cores, sabores e muita animação.

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Grupo Nova Fronteira aprova plano de recuperação judicial com passivo superior a R$ 600 milhões

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Plano foi aprovado em todas as classes de credores e prevê financiamento DIP de R$ 13 milhões; credores também autorizaram novo período de proteção de 180 dias para apoiar a implementação da reestruturação

O Grupo Nova Fronteira teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado pelos credores em Assembleia Geral realizada nesta quarta-feira (26). A decisão representa um dos principais marcos do processo de reestruturação financeira do grupo, que reúne 112 credores e passivo superior a R$ 600 milhões.

A recuperação judicial, conduzida pela ERS Advocacia, envolveu negociações com credores de diferentes perfis, entre eles instituições financeiras públicas e privadas, cooperativas de crédito, fornecedores de insumos e equipamentos agrícolas e agentes financeiros.

O plano recebeu aprovação em todas as classes de credores. Nas classes Trabalhista e de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME/EPP), a adesão foi de 100%. Entre os credores com garantia real, o índice de aprovação alcançou 84,18%, enquanto na classe dos quirografários chegou a 66,62%.

Entre as medidas previstas está a contratação de um novo financiamento DIP (debtor-in-possession) de R$ 13 milhões, destinado ao reforço do capital de giro. A operação já foi aprovada pelo Banco BTG, instituição com a qual o Grupo manterá relacionamento comercial.

Embora houvesse autorização judicial para requerer nova suspensão da assembleia por até 60 dias, o avanço das negociações ao longo do próprio dia permitiu que credores e devedores prosseguissem para a votação, culminando na aprovação do plano.

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Para Victor D’Elia, advogado responsável pela condução do processo, o resultado reflete a complexidade das negociações e a busca por uma solução capaz de conciliar a preservação da atividade econômica com os interesses dos credores.

“Esta foi uma das recuperações judiciais mais complexas em curso no Estado, não apenas pela dimensão do passivo, superior a R$ 600 milhões, mas principalmente pela natureza dos créditos, pelas garantias envolvidas e pela diversidade de credores. A aprovação em todas as classes demonstra que foi possível construir uma solução equilibrada, capaz de preservar a atividade do grupo e, ao mesmo tempo, considerar os interesses dos credores”, afirma D’Elia.

Credores aprovam novo período de proteção

Além do plano de recuperação, os credores aprovaram, por 73,01% dos créditos presentes e votantes, a concessão de um novo período de proteção de 180 dias.

A medida busca assegurar estabilidade durante a fase inicial de implementação do plano, preservando bens essenciais à atividade produtiva e evitando medidas expropriatórias que possam comprometer a operação e, consequentemente, a capacidade de cumprimento das obrigações assumidas na recuperação.

O resultado da assembleia também evidencia o papel cada vez mais relevante da negociação entre devedores e credores nos processos de recuperação judicial. Em reestruturações de maior complexidade, a construção de soluções consensuais tem se consolidado como instrumento central para compatibilizar a continuidade da atividade empresarial com a recuperação dos créditos.

Nova etapa para o Grupo Nova Fronteira

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Com mais de quatro décadas de atuação no agronegócio, o Grupo teve o processamento de sua recuperação judicial deferido em dezembro de 2024 pelo juiz Márcio Guedes, da Vara Especializada de Cuiabá -MT. Na ocasião, o passivo declarado era de R$ 594,3 milhões.

Superada a etapa de deliberação dos credores, o processo entra agora em uma nova fase, voltada à implementação das condições negociadas, ao cumprimento das obrigações previstas no plano e à continuidade das atividades produtivas.

Para João Paulo Marquezam, CEO do Grupo Nova Fronteira, a aprovação representa também uma sinalização ao mercado sobre a continuidade das operações.

“A aprovação passa uma mensagem importante para o mercado: o Grupo Nova Fronteira continua firme na atividade e superou o estado de crise. Depois de um processo longo e de negociações complexas, começa agora uma nova fase, que exige disciplina para cumprir o que foi negociado, manter a produção e reconstruir a relação de confiança com credores, fornecedores e parceiros comerciais”, afirma.

Atualmente, o grupo possui 25 mil hectares de área própria, dos quais 6 mil hectares são destinados ao cultivo de soja, além de estrutura com capacidade para 40 mil animais, entre pastagens e confinamento.

A manutenção dessa estrutura produtiva será um dos principais pilares da nova etapa da reestruturação, ao sustentar a geração de caixa necessária para a continuidade das operações e o cumprimento das obrigações estabelecidas no plano de recuperação judicial.

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