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Morre no Rio turista americano ferido em tiroteio
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O turista americano Joseph Thomas, de 28 anos, que foi ferido no pescoço durante tiroteio entre milicianos e traficantes no Morro do Fubá, em Cascadura, na zona norte do Rio, na tarde de terça-feira (9), morreu na madrugada de hoje (12) no Hospital Samaritano Botafogo, na zona sul do Rio. Joseph T. Thomas foi baleado dentro do apartamento de uma amiga, em Cascadura, onde estava hospedado.

Um dia antes, ele tinha sido transferido, em estado grave, do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, zona norte da cidade, para uma unidade da rede particular, onde estava no centro de tratamento intensivo (CTI) e faleceu.
“O Hospital Samaritano Botafogo informa que o turista norte-americano Joseph Thomas, transferido de unidade pública, na última quarta-feira (11/8), faleceu nesta madrugada, por volta das três da manhã. A instituição se solidariza com os familiares de Joseph”, informou, em nota, o Hospital Samaritano Botafogo.
No mesmo tiroteio, segundo a Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio, um homem foi encontrado morto por equipes do 9º BPM, na terça-feira, na Rua Padre Telêmaco, também em Cascadura. Além de Thomas, dois passageiros de um ônibus que passava perto da comunidade também foram atingidos e levados para o Hospital Salgado Filho. O caso está sob investigações da Delegacia de Homicídios do Rio.
Edição: Maria Claudia
Fonte: EBC Geral
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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas
A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.
Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.
Críticas e denúncias
No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.
“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.
A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.
Impacto na cidade
Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.
Custos e processo de construção
O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.
Notas da Prefeitura
Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.
A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.
A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.
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