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Museu da Maré, no Rio, terá acervo na internet com mais de mil itens

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O Museu da Maré, que conta a história da formação e desenvolvimento do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, terá um acervo online com mais de mil itens, a partir desta semana. O lançamento será nesta terça-feira (12), e a visita pela internet ficará liberada a partir do dia 13. 

Criada em 2006, a instituição é o primeiro museu de favela concebido pelos próprios moradores. Agora, passará a ser um dos primeiros a disponibilizar o acervo para acesso remoto pela internet, seja para moradores de favelas, comunidades escolares, universidades, pesquisadores e todos que tenham interesse. O endereço do site é arquivomuseudamare.org .

No pacote a ser disponibilizado online figuram itens iconográficos – fotografias, museológicos e cartográficos. Uma das peças é a representação do rola-rola. Um barril que era utilizado para transportar água pelas ruas e vielas das comunidades, como forma de driblar a falta de abastecimento. 

A coordenadora do Museu da Maré, Cláudia Rose, explicou que um dos motivos para fazer a digitalização do acervo foi a pandemia, que forçou o museu a mudar o direcionamento. Para ela, o trabalho, iniciado em 2021, além de democratizar o acesso, resultará ainda em mais visitas presenciais. 

“Com certeza amplia o interesse das pessoas pelo acervo, não só moradoras, mas de tantas outras. Elas vão poder conhecer e ter interesse em ver esse acervo presencialmente. A gente fez alguns testes e pessoas disseram que deu vontade de conhecer mais de perto”, afirmou à Agência Brasil.

Trabalho minucioso 

O acervo ficará hospedado na plataforma de software livre Tainacan. Mais do que disponibilizar itens de forma online, foi realizado um trabalho cuidadoso visando descrever o material oferecido.  

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Um dos destaques da migração para o ambiente digital é a criação de descritivo minucioso para os objetos de matriz africana, que, na visão dos organizadores do Museu da Maré, frequentemente carecem de informações detalhadas em acervos online e físicos. 

Grande parte do acervo apresentado foi adquirida por meio de doação de moradores das favelas da Maré. Mais da metade apresenta fotos históricas, como as que retratam as palafitas que deram início à comunidade. 

Identificação 

Nascida na Baixa do Sapateiro, uma das 16 comunidades da Maré, a coordenadora do museu, Cláudia Rose, disse que, muito antes da criação da instituição, em 2006, já havia uma participação colaborativa coletiva no local. “Esses moradores começaram a falar de todas as mudanças ocorridas no território e juntaram fotos e documentos”, revelou. 

Para ela, a divulgação da memória da Maré no ambiente virtual contribuirá para reforçar a identificação dos moradores, principalmente os mais novos, com o território. 

“O museu se torna um instrumento de diálogo com pessoas de tantos lugares, compartilhando histórias. Os moradores, principalmente os mais jovens, passam a ter acesso a todas essas memórias e objetos desse patrimônio imaterial da construção do território. Essas pessoas têm essa identificação com aqueles que vieram antes e com a necessidade de estarem organizadas para vencer os desafios atuais”, argumentou Cláudia, que hoje não mora mais na comunidade. Ela é professora de uma escola da rede municipal na região. 

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Ao fazer parte do ambiente virtual, o Museu da Maré passa a integrar a construção do projeto Favelas.Br: Arquivos Digitais Periféricos e Educação Patrimonial, em parceria com a Casa do Povo, em São Paulo, e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila). 

Um próximo passo prevê a migração do acervo para a plataforma Brasiliana, que está sendo construída pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), unindo o acervo do Museu da Maré ao de grandes instituições do país. 

Como é a Maré 

Cerca de 140 mil pessoas moram no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. A região é uma área de manguezal que foi aterrada e deu origem a palafitas, em meados da década de 40 do século passado. As comunidades são margeadas por vias expressas como a Avenida Brasil e as Linhas Vermelha e Amarela.  

Desde 1994, A Maré é oficialmente reconhecida como bairro – um dos com maior densidade demográfica no Rio de Janeiro.  

Fazem parte do Complexo da Maré as comunidades Baixa do Sapateiro, Conjunto Esperança, Conjunto Pinheiro, Conjunto Bento Ribeiro Dantas, Marcílio Dias, Morro do Timbau, Parque Maré, Nova Maré, Parque União, Nova Holanda, Parque Rubens Vaz, Praia de Ramos, Parque Roquete Pinto, Vila do João, Vila do Pinheiro, e Salsa e Merengue.

Fonte: EBC GERAL

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Itaipava convoca Ronaldinho Gaúcho para ser embaixador da marca e revela o “segredo” de seu passe mais icônico

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A cerveja Itaipava, do Grupo Petrópolis, anuncia Ronaldinho Gaúcho como seu mais novo embaixador, no território do futebol. O anúncio revela, com humor, o segredo de um dos lances mais emblemáticos da história do futebol brasileiro envolvendo o craque.

Ídolo dentro e fora de campo, Ronaldinho segue como um dos nomes mais reconhecidos e carismáticos do futebol, com forte conexão com a torcida brasileira. Agora, ele passa a representar a marca em uma parceria que une futebol e identidade nacional.

Criada pela WMcCANN, a ação revela o segredo por trás da jogada que marcou gerações: o icônico movimento em que o craque olha para um lado e toca a bola para o outro – um lance que encantou torcedores e segue vivo no imaginário popular.

E quem revela o segredo é o próprio Ronaldinho. Em tom leve e bem-humorado, o atleta conta que tudo começou em um jogo entre amigos, em um campinho ao fim de tarde. É nesse cenário que o público descobre o que estava por trás do movimento. Mais do que confundir o adversário, o olhar do jogador estava direcionado a algo que chamava atenção fora das quatro linhas: uma garrafa de Itaipava gelada ao lado do campo.

“Também, quem resiste a uma Itaipava? Receita brasileira, ingredientes de qualidade… a minha cerveja com muito orgulho”, comenta o craque, reforçando o tom leve e descontraído da parceria.

O anúncio de Ronaldinho Gaúcho como embaixador de Itaipava reforça a identificação da marca com o futebol. A parceria é realizada em colaboração com a BDB BR, responsável pela seleção, curadoria e gestão do talento.

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“O brasileiro aprecia tomar uma cerveja quando vê futebol e a Itaipava retornou com tudo a esse território: patrocinamos os amistosos e as eliminatórias no ano passado e fomos a cerveja oficial do Campeonato Paulista 2026”, diz João Netto, diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis. “A contratação do R10 reforça a tradição da marca no futebol”, completa.

“Ronaldinho é um ícone que traduz leveza e brasilidade, atributos que também estão no DNA de Itaipava. Trazer esse lance tão marcante para o centro da campanha foi uma forma de criar uma conexão genuína com o público, revelando uma história de forma inusitada e alinhada ao território da marca”, explica Diego Santelices, head de comunicação e mídia do Grupo Petrópolis.

“Partimos de uma verdade cultural muito forte: uma das jogadas mais conhecidas da história do futebol, feita por um dos ícones mais reconhecidos. A partir disso, construímos uma narrativa que surpreende todos os fãs do Ronaldinho e do esporte. Uma revelação divertida, conectando futebol e Itaipava de forma inusitada”, comenta Guilherme Aché, diretor de criação da WMcCANN.

Ao transformar um gesto consagrado em narrativa publicitária, Itaipava reforça sua estratégia de se conectar com o público por meio de histórias que fazem parte da cultura brasileira e de uma paixão nacional, que é o futebol. Ao lado de um ídolo que fez história e marcou gerações, a marca aposta nessa identificação da torcida brasileira com um dos melhores jogadores de todos os tempos, para fortalecer sua presença no cotidiano do consumidor.

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SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ) há 30 anos, Itaipava conquistou o consumidor brasileiro e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava.

SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Fest Drinks, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; o refrigerante It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.

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