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Presidente inaugura obra de duplicação de contorno rodoviário no RS

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O presidente Jair Bolsonaro inaugurou hoje (8) obra de duplicação do contorno rodoviário de Pelotas, na BR-116/392, no Rio Grande do Sul. Foram investidos cerca de R$ 690 milhões, segundo o Ministério da Infraestrutura.

“Estamos concluindo um importante equipamento rodoviário que contém 10 viadutos, três pontes e uma trincheira”, disse o ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

Sampaio lembrou que rodovias duplicadas reduzem o risco de acidentes. “E diminuem sensivelmente o número de acidentes com letalidade”, completou.

Pandemia

Durante discurso de inauguração da obra, o presidente Jair Bolsonaro disse que seu governo não cometeu erros no combate à pandemia de covid-19. Ele voltou a criticar o isolamento social enquanto ferramenta de combate à covid-19 – medida colocada em prática por governos locais– e disse que a criação do Auxílio Brasil decorreu da necessidade de atender as “consequências dessa forma errada de combate ao vírus”.

“Cada dia que passa, [as pessoas] vão tomando conhecimento que nós não erramos em nenhum momento do passado. Enfrentamos a pandemia. Quando todos achavam que a economia ia lá para baixo, isso não aconteceu”, discursou o presidente em Pelotas.

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O presidente citou, como exemplo do sucesso de seu governo, a criação de 100 mil novos empregos no final do ano passado. “Não tivemos desempregos formais no Brasil. A perda de renda, que houve bastante, foi no meio dos informais, também conhecidos como invisíveis: aqueles que foram obrigados a ficar em casa sem nenhuma renda”, disse.

“Depois, para atender as consequências da forma errada de combate ao vírus, que foi obrigar o povo a ficar em casa, criamos o Auxílio Brasil”, complementou após reiterar que nunca mandou fechar “uma só casa de comércio pelo Brasil”.

“Este é um governo que não estava ao lado do politicamente correto, com um presidente que teve coragem de se posicionar”, enfatizou.

De acordo com dados divulgados ontem (7) pelo Ministério da Saúde, a pandemia da covid-19 resultou na morte de 660.973 pessoas no Brasil, com registro de 30.093.751 casos de infecção, no total.

Eleições

Bolsonaro voltou a levantar suspeitas sobre o processo eleitoral brasileiro. “Nada nós somos sem a liberdade. Hoje, duas ou três pessoas querem roubar nossa liberdade. Não conseguirão”, disse o presidente logo no início de seu discurso.

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“Podem ter certeza: tem poucas pessoas de Brasília que mandam muito. Mas nenhuma delas manda em todos. Os votos, por ocasião das eleições de outubro, serão contados. Não somos obrigados a acreditar em duas ou três pessoas como se elas fossem os donos da verdade. A verdade está com o seu povo, e o maior exército do Brasil, que são vocês, está conosco também. Podem ter certeza: com Deus e o povo, nós mudaremos o destino do Brasil”, afirmou após se dizer “confortado” por não haver “nenhum comunista sentado” na cadeira de presidente do Brasil.

Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Geral

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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