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Rádio Nacional de Brasília completa 65 anos com programação especial

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A Rádio Nacional de Brasília completa 65 anos, nesta quarta-feira (31). Criada em 1958, dois anos antes da inauguração da capital federal, foi o primeiro veículo de comunicação a se instalar na cidade, com o objetivo de levar informação de qualidade aos candangos e funcionários públicos que vieram pra cá. 

Após mais de seis décadas, jornalismo, música e entretenimento continuam sendo difundidos pelas ondas da rádio, a partir do Distrito Federal, para todo o país. Uma história que se confunde com a própria trajetória da capital do país. 

Na celebração da data, conversamos com o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Hélio Doyle, sobre os desafios e a importância das rádios para o público brasileiro e brasiliense. Na opinião de Doyle, as rádios da EBC estão entre os principais veículos da empresa, tanto em termos de alcance como de penetração do público. 

Mesmo com o advento da televisão e da internet, avalia Doyle, as rádios não acabaram e nem perderam importância, pois continuam sendo fundamentais na vida das pessoas. “Como emissora pública, nós temos que prestar um serviço ao nosso público. Isso é a principal questão: primeiro, dar informação real e verdadeira. O melhor antídoto contra as fake news, as notícias falsas, são as notícias verdadeiras”, destaca o presidente da EBC.  

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Doyle lembrou ainda que a comunicação pública deve ter um caráter cultural e educativo. “A comunicação pública tem a obrigação de prestar informações, de mostrar ao povo seus direitos, seu exercício da cidadania, assim como tem que difundir a cultura brasileira, ter um caráter educativo. Tudo isso é fundamental e vamos continuar tentando sempre melhorar”.  

Em entrevista ao programa Revista Brasília, da Rádio Nacional de Brasília, o gerente-executivo das Rádios EBC, Thiago Regotto, reforçou o compromisso de levar informação e entretenimento de qualidade aos ouvintes. “O sistema público tem um compromisso muito maior com a sociedade, de fazer com que essas rádios tenham um futuro tão bonito quanto o seu passado”, afirma. 

Programação Especial 

Nesta quinta-feira (31), dia que marca os 65 anos da Rádio Nacional de Brasília, os ouvintes contam com uma programação especial, com histórias da rádio, conversas com ouvintes e entrevistas com artistas da cidade. 

Serviço 

Aniversário de 65 anos da Rádio Nacional de Brasília – terça-feira, dia 31/05 

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Site: https://radios.ebc.com.br/radionacional 

Instagram: https://www.instagram.com/radionacionalbr 

Spotify: https://open.spotify.com/user/vpj3k8ogjwf1nkv4nap3tlruv 

YouTube: http://youtube.com/radionacionalbr 

Facebook: https://www.facebook.com/radionacionalbr 

Twitter: https://twitter.com/radionacionalbr 

WhatsApp – (61) 99674-1536 

Saiba como sintonizar a Rádio Nacional 

Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz 

Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz 

São Paulo: FM 87,1 MHz 

Belo Horizonte: FM 87,1 MHz 

Recife: FM 87,1 MHz 

São Luís: FM 93,7 MHz 

Amazonas: 11.780KHz e 6.180KHz OC 

Alto Solimões: FM 96,1 MHz 

Aplicativo Rádios EBC, disponível para Android e iOS 

Fonte: EBC GERAL

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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