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Sambódromo do Anhembi exigirá do público comprovante de vacinação

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O público terá que apresentar a comprovação de que recebeu as duas doses de vacina contra a covid-19 para assistir ao desfile das escolas de samba na capital paulista. Os desfiles começam nesta quinta-feira (21) no Sambódromo do Anhembi com as escolas do grupo de acesso. As regras sanitárias foram atualizadas pela Secretaria Municipal de Saúde no último dia 13.

A exigência de apresentação do passaporte vacinal vale também para outros eventos fechados que festejam o carnaval. Segundo a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), o objetivo é permitir a realização de uma festa mais segura do ponto de vista sanitário e epidemiológico.

As diretrizes preveem também a disponibilização de álcool em gel 70% para higienização das mãos, o maior número possível de entradas e saídas de público, para que o movimento ocorra de maneira escalonada, e a obrigação de controle de acesso.

A Secretaria Municipal de Saúde determinou ainda sejam tomadas providências para adequação da qualidade do ar interno, em ambientes climatizados, ou não, com ações como o destravamento e abertura de portas e janelas ou mediante o uso de sistemas acessórios para captação do ar externo. 

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Programação

As escolas do grupo de acesso desfilam hoje a partir das 20h. Na sexta-feira (22) e no sábado (23), apresentam-se as 14 agremiações do grupo especial. Para amanhã, a ordem dos desfiles, que começam às 22h30, é a seguinte: Acadêmicos do Tucuruvi, Colorado do Brás, Mancha Verde, Tom Maior, Unidos de Vila Maria, Acadêmicos do Tatuapé e Dragões da Real.

No sábado (23), quem abre a passarela é Vai-Vai, às 22h30. Em seguida entram na avenida a Gaviões da Fiel; a Mocidade Alegre; a Águia de Ouro; a Barroca Zona Sul; a Rosas de Ouro e a Império de Casa Verde.

Na sexta-feira seguinte (29), o Desfile das Campeãs fecha o carnaval paulistano de 2022.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Geral

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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