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Agora é Ela, vai além dela

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Ultimamente temas como política e gênero geram por si só enorme polarização, e quando se encontram em uma candidatura para presidir em nosso estado aquela que é uma das mais respeitadas instituições do país: a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, não poderia ser diferente.

Ao apresentar-se como pré candidata a presidente da OAB Mato Grosso, a advogada Gisela Cardoso que exerce a profissão há mais de 20 anos, foi professora universitária, já exerceu diversos cargos na instituição, sendo os dois últimos secretária geral adjunta e vice-presidente , traz consigo muitos significados.

Ela o faz justamente no ano em que pela primeira vez na história o número de advogadas é maior que o número de advogados; no momento em que por decisão UNÂNIME o conselho federal aprovou a paridade de gênero (50%) e a política de cotas raciais para negros (pretos e pardos), no percentual de 30%, nas eleições da OAB; quando próximo de completar 90 anos a subseção teve como presidente apenas uma mulher.

A advogada Gisela, que não vem de família tradicional de juristas e não representa nenhum grande escritório de advocacia, e que foi aclamada por seus pares como pré candidata justamente por seus posicionamentos firmes, pela sua coerência e especialmente pela sua autonomia , oportuniza aos advogados e advogadas de Mato Grosso eleger alguém que representa de fato o momento histórico que vivemos.

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Tenho absoluta convicção que se eleita, Gisela estará a frente da OAB Mato Grosso defendendo aquilo que representa a alma desta grande instituição: a constituição, os direitos fundamentais e especialmente aqueles que ainda precisam de nós para que sejam ouvidos.
Agora é Ela!!! Agora somos nós advogadas e advogados de Mato Grosso!!!

Fabíola Sampaio
Advogada

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Copa do Mundo: a oportunidade que sua empresa não pode deixar passar

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A Copa do Mundo é um dos maiores eventos de atenção do planeta. Enquanto bilhões de pessoas acompanham os jogos, milhares de empresas disputam algo ainda mais valioso que o próprio futebol: a atenção do consumidor. Segundo relatório oficial de audiência divulgado pela FIFA após a Copa do Mundo do Catar 2022, cerca de 5 bilhões de pessoas consumiram conteúdos relacionados ao torneio em diferentes plataformas ao redor do mundo.

A entidade também informou que a final entre Argentina e França alcançou uma audiência global próxima de 1,5 bilhão de espectadores. Poucos eventos conseguem reunir uma audiência dessa magnitude.Mas o que realmente interessa para os empresários não está dentro do estádio.Está no comportamento das pessoas. O erro mais comum é acreditar que apenas marcas esportivas podem aproveitar a Copa.

Na prática, negócios de todos os setores podem se beneficiar desse aumento de atenção. Clínicas, concessionárias, indústrias, imobiliárias, escritórios, varejistas e prestadores de serviço podem criar campanhas, conteúdos e ações promocionais conectadas ao momento sem precisar falar diretamente sobre futebol.

Trazendo o olhar para a economia local, o mercado também deve ser impulsionado pelo aumento nas vendas de televisores, itens decorativos, alimentos e bebidas, além da maior procura por produtos alimentícios em hipermercados e supermercados. De acordo com a Fecomércio-MT, a Copa do Mundo deste ano poderá gerar um impacto adicional entre R$ 80 milhões e R$ 100 milhões no comércio estadual, com base em dados do IBGE e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

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Durante a Copa, o tempo gasto nas redes sociais aumenta, o consumo de vídeos cresce, as conversas em grupos de WhatsApp se intensificam e as pesquisas relacionadas aos temas do momento dominam a internet.
As pessoas ficam mais conectadas, mais engajadas e mais propensas a interagir com conteúdos que estejam inseridos naquele contexto.Isso cria uma oportunidade enorme para empresas de qualquer segmento.

O ponto principal é participar da conversa que já está acontecendo.Outro aspecto importante é a velocidade. Durante a Copa, o conteúdo envelhece rapidamente. O assunto que gera interesse hoje pode perder relevância amanhã. Empresas que conseguem produzir vídeos, posts, campanhas e anúncios em tempo real tendem a capturar mais atenção do que aquelas que dependem de aprovações demoradas ou planejamentos excessivamente rígidos.

Também é um excelente período para ampliar investimentos em mídia digital. Mas existe um alerta importante que muitos empresários ignoram.A Copa do Mundo possui rígidas regras de propriedade intelectual. Logotipos oficiais, mascotes, símbolos, imagens oficiais, identidade visual da competição e diversas expressões associadas ao evento possuem proteção legal. Utilizar esses elementos em campanhas comerciais sem autorização pode gerar notificações, multas e problemas jurídicos.

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A recomendação é simples: Utilize o contexto, mas não utilize os ativos oficiais.Fale sobre torcida, emoção, competição, expectativa e desempenho. Crie campanhas temáticas. Produza conteúdos relacionados ao momento. Mas evite utilizar marcas registradas ou materiais protegidos.

Conteúdo gera atenção. Anúncios geram alcance. WhatsApp gera conversa. O Customer Relationship Management (CRM) gera acompanhamento. Remarketing gera recuperação de oportunidades. É essa estrutura que transforma audiência em faturamento.

A Copa dura apenas algumas semanas. Os contatos conquistados durante esse período, porém, podem gerar negócios por meses. Quem entende isso não apenas acompanha o evento: aproveita uma das maiores oportunidades de marketing do planeta.

Rômulo Rampini é estrategista de marketing, consultor credenciado pelo SEBRAE MT e diretor da agência 3TRÊS

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