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Análise: garotada do Flamengo reage no segundo tempo, e Lorran aproveita chance
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Depois de fazer a estreia na temporada, a garotada foi novamente acionada pelo Flamengo na última terça-feira, quando enfrentaram um Bangu mais interessante do que foi o Audax. O empate por 1 a 1 fez justiça, apesar de os rubro-negros terem produzido o suficiente para virar o jogo no segundo tempo.
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Lorran comemora seu primeiro gol pelo Flamengo — Foto: André Durão
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Os mais de 10 mil torcedores que estiveram no Raulino de Oliveira reconheceram o esforço e o contexto. O técnico e ex-jogador Felipe montou uma equipe que deixou o sub-20 do Fla em apuros, com bom toque de bola e marcação em cima. A estratégia complicou os garotos, como no lance do gol, e deu espaço para poucos destaques individuais
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O garoto é a bola da vez na base rubro-negra. Depois de Matheus França, é a nova grande joia do Ninho do Urubu. Recentemente, assinou a renovação de contrato até o fim de 2025 e ganhou valorização.
Matheus Cunha, Cleiton, Wesley
No meio de campo e no ataque não houve outros destaques. O centroavante Matheusão merece ser citado pelo esforço, mas não se saiu tão bem. O restante do holofote ficou na defesa, onde alguns atletas são julgados com expectativa de profissional. O goleiro Matheus Cunha teve mais trabalho do que na última partida, e o zagueiro Cleiton teve outra atuação segura.
Na lateral direita, Wesley poderia ter aproveitado melhor a chance, mas teve desempenho um pouco abaixo do primeiro jogo na temporada. Com 19 anos, o garoto está em alta e negocia com o Barcelona. Na última entrevista, Vitor Pereira avisou que quer mais uma vaga para a posição no elenco e olha para a base.
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Rodrigo Caio voltou a jogar pelo Flamengo — Foto: André Durão
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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