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Atletismo paralímpico: Brasil inicia GP de Marrakech com 4 medalhas
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O Brasil conquistou, nesta quinta-feira (9), quatro medalhas no primeiro dia de disputas no Grand Prix de atletismo paralímpico de Marrakech (Marrocos). Três delas foram douradas, alcançadas por Beth Gomes no lançamento de disco, por Lorraine Aguiar nos 100 metros classe T12 (baixa visão) e por Jerusa Geber nos 100 metros classe T11 (cegas totais).

Brasileiras conquistam três ouros e um bronze no 1º dia do Grand Prix de atletismo de Marrakaech: https://t.co/fLVlLIipSJ#LoteriasCaixa pic.twitter.com/O1qpGJoaQQ
— Comitê Paralímpico Brasileiro (@cpboficial) March 9, 2023
Atual campeã olímpica na prova do lançamento de disco da classe F53 (cadeirantes), a paulista Beth Gomes, de 58 anos, provou mais uma vez que é o grande nome da prova. Ela alcançou a marca de 15,24 metros para ficar em primeiro. Na mesma modalidade, mas na classe F46 (deficiência nos membros superiores), Sueli Pereira, de 19 anos, garantiu um bronze com um lançamento de 28,12 metros.
A equipe brasileira garantiu outros dois ouros em provas de velocidade. Lorraine Aguiar venceu os 100 metros da classe T12 (baixa visão) com o tempo de 13s11. Na mesma distância, mas na classe T11 (cegas totais), a acreana Jerusa Geber completou a prova em 12s49.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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