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Com Andressinha e Bia Zaneratto, Palmeiras apresenta elenco feminino

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O Palmeiras apresentou nesta quinta-feira (3) os reforços contratados para o time feminino, que disputará os Campeonatos Brasileiro e Paulista, a Libertadores e a Supercopa Brasileira. A estreia das Palestrinas será justamente nesta última competição, neste domingo (6), às 10h30 (horário de Brasília), na Neo Química Arena, em São Paulo.

Uma das caras novas é velha conhecida da torcida: Bia Zaneratto. A atacante de 28 anos defendeu o Palmeiras nas duas últimas temporadas, sempre emprestada pelo Wuhan Xinjiyuan (China). Agora a contratação é definitiva. Em 2020, a passagem foi curta, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), com apenas dois jogos (e dois gols). Em 2021, cedida até a Olimpíada de Tóquio (Japão), ela atuou 15 vezes, com 13 gols e oito assistências, sendo artilheira e eleita a melhor jogadora do último Brasileiro.

A Imperatriz, inclusive, é uma das quatro atletas do Verdão convocadas pela técnica Pia Sundhage para o Torneio Internacional da França, que será disputado entre os próximos dias 16 e 22, na cidade francesa de Caen. Também foram chamadas à seleção nacional a goleira Jully e as meias Ary Borges e Julia Bianchi.

“Estou muito feliz de retornar ao Palmeiras. Acho que já posso dizer que aqui é minha casa. Não pude completar a temporada passada, que foi boa para mim, mas espero que este ano, fazendo uma temporada inteira, possamos ter excelentes resultados coletivamente e não só individualmente”, disse Bia na entrevista coletiva.

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Outra novidade é Andressinha. A meia de 26 anos, que tem no currículo duas participações em Copa do Mundo e Olimpíada, defendeu o rival Corinthians nas duas últimas temporadas. Pelo Timão, ela foi bicampeã brasileira e paulista, além de ter vencido a Libertadores em 2021.

“Ainda não tive contato com a torcida do Palmeiras, mas vi [a repercussão] nas redes sociais, muitas pessoas mandaram mensagens, felizes pela chegada ao clube. Acho que o que fiz no Corinthians é passado e hoje só penso no que vou construir no Palmeiras. Acho que saber o outro lado é um ponto positivo, talvez possa ajudar nesse sentido. Só penso aqui e o que fiz lá ficou para trás”, comentou Andressinha também na coletiva.

Assim como Andressinha, a atacante Byanca Brasil e a zagueira Day Silva reforçam o Verdão após defenderem um rival na temporada passada (elas atuaram no Santos). Byanca Brasil, de 26 anos, também esteve no Corinthians entre 2016 e 2017, época na qual o Timão tinha parceria com o Audax, sendo campeã brasileira e da Libertadores. Day, de 29 anos, jogou cinco anos no Flamengo, onde foi campeã nacional em 2016.

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“Sei da pressão que é vestir essa camisa, mas tento não levar isso para dentro de campo para exercer da melhor maneira possível, fazer gols e buscar títulos. Com o time que temos para esse ano, vamos chegar forte em todas as competições”, afirmou Byanca, mais uma atleta presente na coletiva.

Outros dois reforços vieram da Ferroviária: as meias Samia Pryscila, de 35 anos, e Patrícia Sochor, de 27 anos. Esta última, campeã da Libertadores de 2020, vestiu a camisa do Palmeiras anteriormente no futsal e ficou três anos no Santos, entre 2017 e 2019. Já a goleira Amanda, de 26 anos, estava no Atlético-MG, ex-clube do atual técnico alviverde, Hoffman Tulio. Por ter contraído covid-19, ela não participou da apresentação do elenco.

O elenco alviverde conta com 26 jogadoras no momento. Além dos seis reforços, permanecem no grupo as goleiras Awanny e Jully, as zagueiras Agustina Barroso, Carolzinha e Thais, a laterais Bruna Calderan, Evelin e Manu, as meias Ana Clara, Ary Borges, Camilinha, Dóroty, Duda Santos, Julia Bianchi, Juliana e Katrine, e as atacantes Carol Rodrigues, Chú, Giovana e Ottilia.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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