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Seleção feminina do Brasil conquista Sul-Americano de tênis de mesa
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A seleção feminina do Brasil conquistou nesta sexta-feira (22), em Pereira (Colômbia), o título do Campeonato Sul-Americano de tênis de mesa pela 14ª vez. Na decisão, as brasileiras superaram o Chile, vencendo três partidas da melhor de cinco.

A final não começou bem para o Brasil, derrotado nos dois primeiros jogos. Número dois do país e 86ª do ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, sigla em inglês), Carol Kumahara não resistiu a Paulina Vega, principal mesatenista chilena e 95ª do mundo, superada por três sets a dois (11/6, 9/11, 5/11, 11/4 e 10/12). Em seguida, Giulia Takahashi (288ª) caiu para Daniela Ortega (151ª), também por três a dois (2/11, 7/11, 11/7, 19/17 e 8/11).
A reação iniciou com Laura Watanabe (311ª), que derrotou Judith Morales (197ª) por três a um (11/9, 13/11, 9/11 e 11/9). Mesmo placar da vitória de Carol sobre Daniela (10/12, 11/5, 14/12 e 11/9). A partida entre Giulia e Paulina, então, decidiu o título. Apesar de 21 anos mais nova que a adversária, a brasileira de 17 anos atropelou e venceu por três a zero (11/8, 11/2 e 11/9).
“Estou particularmente feliz em começar o trabalho de uma forma positiva. Só tenho que agradecer, pois as meninas foram guerreiras. A virada começou com a Laura e encontramos depois o nosso melhor. Conseguimos nos adaptar, era um jogo chato, as condições não eram favoráveis. Quando encontramos nosso ritmo, tivemos calma para finalizar e ganhar. É aprender a sofrer para ganhar. Foi uma lição excelente, vão ganhar casca dura”, elogiou o técnico Hideo Yamamoto, que dirigiu a seleção adulta pela primeira vez, ao site da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM).
Na final masculina, o Brasil ficou com o vice-campeonato, superado pela Argentina. Os adversários ganharam os três primeiros jogos e liquidaram o confronto em três a zero. Quarto brasileiro mais bem colocado no ranking da ITTF, na 90ª posição, Eric Jouti foi derrotado por Gastón Alto (109º) por três sets a um (7/11, 11/5, 11/13 e 9/11). Na sequência, Guilherme Teodoro (773º) perdeu para Horácio Cifuentes (78º) pelo mesmo placar (5/11, 4/11, 12/10 e 7/11). Por fim, Rafael Turrini (412º) não resistiu a Santiago Lorenzo (203º) e caiu por três a dois (6/11, 11/8, 7/11, 13/11 e 3/11).
“Acho que mesmo com a derrota na final, vimos várias coisas positivas. Nossa equipe foi uma mistura de experiência e juventude. Os jovens mostraram que podem representar bem a seleção brasileira e criar uma concorrência forte para ter espaço na equipe para os próximos campeonatos”, analisou o técnico Francisco Arado, o Paco, também ao site da CBTM.
O Sul-Americano continua até quarta-feira (27), com as disputas de simples e duplas. O Brasil enviou à competição, nos dois naipes, uma mescla de nomes experientes e caras novas. O time masculino, por exemplo, teve Guilherme e Rafael, estreantes na seleção principal, jogando ao lado de Eric – que foi reserva na Olimpíada de Tóquio (Japão), no ano passado, assim como Giulia, no feminino.
A “veterana” da delegação é Carol, que representou o país em três edições de Jogos Olímpicos. Destaques como Hugo Calderano (quinto do mundo entre os homens) e Bruna Takahashi (18ª entre as mulheres) não integram o grupo na Colômbia.
Edição: Fábio Massalli
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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