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CPB anuncia melhores do ano por modalidade no Prêmio Paralímpicos

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O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou nesta terça-feira (8) os 24 atletas eleitos como os melhores de 2021 das respectivas modalidades no Prêmio Paralímpicos, em cerimônia realizada em São Paulo. Quatorze dos ganhadores foram medalhistas na Paralimpíada de Tóquio (Japão), sendo que oito deles conquistaram o ouro.

No atletismo, o premiado foi Yelstin Jacques, campeão paralímpico nos cinco mil e nos 1,5 mil metros. Nesta última prova, o fundista não somente quebrou o recorde mundial da classe T11 (cegos) como obteve a centésima medalha de ouro do Brasil na história dos Jogos. Na natação, Carol Santiago foi reconhecida pelos cinco pódios atingidos em Tóquio, aparecendo três vezes no topo da classe S12 (baixa visão), nos 50 e nos cem metros (m) livre e nos 100 m peito.

Ouro nos 200 m da classe VL2 (canoa para atletas que utilizam braços e tronco para a remada), Fernando Rufino, o Cowboy de Aço, foi escolhido como melhor da canoagem. No halterofilismo, a ganhadora foi Mariana D’Andrea, campeã paralímpica na categoria até 73 quilos (kg). No judô, a vencedora foi Alana Maldonado, que foi ao topo do pódio na categoria até 70 kg.

No taekwondo, quem levou o prêmio foi Nathan Torquato, ouro na categoria até 61 quilos da classe K44 (amputação unilateral do cotovelo até a articulação da mão). Por fim, nas modalidades coletivas em que o Brasil foi campeão, os ganhadores foram Leomon Moreno no goalball e Raimundo Nonato no futebol de cegos (nova nomenclatura do futebol de cinco).

Os demais medalhistas de Tóquio premiados nesta terça-feira foram Maciel Santos (bocha), Jovane Guissone (esgrima em cadeira de rodas), Rodolpho Riskalla (hipismo), Renê Campos (remo), Bruna Alexandre (tênis de mesa) e Edwarda Oliveira (vôlei sentado). Escolhida como a melhor dos esportes de neve em 2021, Aline Rocha representará o país na Paralimpíada de Inverno de Pequim (China) a partir do próximo dia 4 de março, no esqui cross-country.

O evento continua nesta quarta-feira (9), às 19h (horário de Brasília), com a entrega de mais 11 prêmios: Aldo Miccolis (destinado a pessoas ou instituições que contribuíram com o paradesporto), Personalidade Paralímpica, Prêmio Caixa (voltado à confederação cujas modalidades mais brilharam em Tóquio), Memória Paralímpica, Melhor Técnico Individual, Melhor Técnico Coletivo, Prêmio Braskem (que homenageia o atleta que se destacou por um comportamento exemplar e inspirador), Atleta Revelação, Melhor Atleta Masculino, Melhor Atleta Feminino e Atleta da Galera.

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Neste último prêmio, a escolha se dá por votação popular e on-line que será encerrada durante a cerimônia desta quarta. Os concorrentes são Beth Gomes (atletismo), Carol Santiago (natação), Gabriel Araújo (natação), Thalita Simplício (atletismo) e Thiago Paulino (atletismo).

Confira os demais premiados desta terça

Badminton: Vitor Tavares
Basquete em cadeira de rodas: Perla Santos
Ciclismo: Lauro Chaman
Futebol PC (paralisados cerebrais): José Mario Lima
Rúgbi em cadeira de rodas: Gabriel Feitosa
Tênis em cadeira de rodas: Ymanitu Silva
Tiro com arco: Hélcio Perillo
Tiro esportivo: Alexandre Galgani
Triatlo: Jéssica Messali

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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