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Filipe Toledo conquista título do Circuito Mundial de Surfe
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O paulista Filipe Toledo conquistou pela primeira vez o título do Circuito Mundial de Surfe, ao derrotar o potiguar Italo Ferreira em uma final brasileira, nesta quinta-feira (8), no WSL Finals na praia de Lower Trestles, em San Clemente, Califórnia (EUA).

FILIPE TOLEDO É CAMPEÃO MUNDIAL DE 2022! 7️⃣7️⃣🏆🌊🇧🇷
O sonho se tornou realidade: Filipe Toledo vence Italo Ferreira por 2 a 0 no Confronto do Título no #RipCurlWSLFinals e se torna CAMPEÃO DO MUNDO pela 1ª vez na carreira.
Uma temporada ÉPICA para o local de Ubatuba. #WSLBrasil pic.twitter.com/Gx4L0F5MZd
— WSL Brasil 🇧🇷 (@WSLBrasil) September 8, 2022
Esta foi a quarta conquista consecutiva mundial do Brasil, que com isto mostra que é o atual país do surfe. O país possui no total seis títulos: três de Gabriel Medina (2014, 2018 e 2021), um de Adriano de Souza (2015), um de Italo Ferreira (2019) e o alcançado nesta quinta por Felipe Toledo.
Corrida pelo título
A disputa masculina começou em grande estilo, com a reedição da final olímpica do surfe, com Italo Ferreira medindo forças com o japonês Kanoa Igarashi. E, assim como no Japão, o potiguar foi melhor, com direito a um aéreo incrível, que lhe valeu um 8,17, para triunfar por 13,37 a 11,83.
Depois o campeão olímpico enfrentou o australiano Ethan Ewing. O brasileiro começou com um ritmo muito forte, pegando logo duas ondas que lhe garantiram uma vantagem de 12,83 a 0. A partir daí o australiano não conseguiu se recuperar, e Italo fechou com tranquilidade em 13,10 a 11,83.
MEU DEUS ITALO FERREIRA!!! COMO VOCÊ CATOU ESSA PRANCHA????🤯🤯🤯 pic.twitter.com/gv7xG29eAr
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Diante de outro surfista da Austrália, Jack Robinson, o potiguar começou a semifinal abusando dos aéreos de esquerda, com destaque para uma onda na qual ele acertou uma sequência de três aéreos que lhe valeu um 7. No final, Italo venceu a disputa por 16,10 a 13,30 para chegar à decisão com Filipe Toledo.
Decisão brasileira
Na grande decisão, que foi disputada em uma melhor de três baterias, Filipe Toledo começou com uma direita na qual desfilou o seu repertório de manobras para receber logo de cara um 7,50. Ele emendou na sequência outra ótima direita, que lhe valeu um 7,63.
Italo Ferreira até tentou responder, inclusive tirando um 8, mas o paulista conseguiu administrar a vantagem construída para fechar a primeira bateria em 15,13 a 14,97.
Assim como na disputa inicial, Filipe Toledo iniciou a segunda bateria partindo para cima, encaixando duas ondas para abrir uma vantagem de 10,84 a 1 sobre o potiguar. Depois o paulista ficou em situação ainda melhor, com outra direita inspirada que lhe valeu um 7,83.
ISSO É BRASIL! pic.twitter.com/Atco0jMOjL
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Italo Ferreira respondeu com muita categoria, com um aéreo nota 7,18 quando faltavam 10 minutos para o final da bateria.
E, quando faltavam apenas 2 minutos para o fim, a bateria teve o seu ápice, quando os dois brasileiros pegaram a mesma onda, com Filipe indo para a direita e Italo para a esquerda. Enquanto o potiguar apostou nos aéreos para ficar com 8,60, o paulista voltou a exibir uma grande variedade de manobras para somar 8,67 e ficar com a vitória final, de 16,50 a 14,93.
É CAMPEÃO! É CAMPEÃO! É CAMPEÃO! 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🏆#WSLBrasil pic.twitter.com/vCVSEOCS6B
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Com a vitória de 2 baterias a 0 na grande decisão, bastou ao paulista comemorar: “Queria agradecer a todos, minha família, meus amigos. Ainda estou sem acreditar […]. Tenho que agradecer muito a Deus, pois ele cumpriu a promessa. Ele falou que ia me honrar, e me honrou. Então, toda honra e glória seja dada a Deus”.
Disputa feminina
Se o Brasil brilhou entre os homens, entre as mulheres a única representante do país não teve um bom dia. Tatiana Weston-Webb entrou em ação apenas na segunda eliminatória, contra Stephanie Gilmore, que superou a costa-riquenha Brisa Hennessy na primeira bateria.
Apesar de começar a disputa muito melhor, chegando a abrir uma boa vantagem, Tatiana, que foi vice-campeã no ano passado, viu Gilmore melhorar muito nos últimos minutos da disputa para vencer por 15,30 a 14,87.
Apesar de terminar a temporada como 4ª melhor do mundo, a brasileira se pronunciou por meio de suas redes sociais agradecendo todo o apoio da torcida: “Obrigada pela torcida. Dei o meu melhor e acreditei até o final. Estou bem orgulhosa do meu ano e agora é a hora de relaxar um pouco! Obrigada mais uma vez meus fãs, amo vocês! Bora!”.
Já Gilmore seguiu em frente na competição, eliminando a francesa Johanne Defay nas semifinais e batendo a havaiana Carissa Moore na grande decisão para garantir o oitavo título mundial de sua carreira.
Camisa 88 e conquistando o seu 8º título mundial! 🇦🇺🏆#WSLBrasil pic.twitter.com/vXPXfhAosM
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Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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