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Flamengo tem 30 desfalques em 2024 e prioriza retorno de dupla para o Mundial

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O Flamengo encerrou o ano com 30 lesões registradas, e o ge fez um levantamento detalhado sobre o desempenho do departamento médico rubro-negro. Quais foram as lesões mais frequentes? Qual jogador mais ficou fora do time? E como estão os processos de recuperação dos atletas?

Lesões musculares predominam

Entre as 30 baixas, a lesão mais recorrente foi na posterior da coxa, com oito casos – cinco na coxa direita e três na esquerda. Além disso, houve dois desconfortos na região, mas que não foram registrados como lesões, e três outros casos de lesões musculares não especificados.

De La Cruz e as idas frequentes ao DM

O jogador que mais visitou o departamento médico foi De La Cruz. O uruguaio participou de 41 dos 73 jogos do Flamengo, sendo titular em 37 partidas e atuando por 3.134 minutos. Ele teve quatro passagens pelo DM: dores no ombro direito, trauma no joelho direito e duas lesões na coxa direita, o que o fez perder 13 jogos.

Everton Cebolinha e as maiores ausências

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Everton Cebolinha foi o jogador que mais ficou ausente, principalmente devido a uma ruptura no tendão de Aquiles do tornozelo esquerdo, que exigiu cirurgia. Ele não joga desde agosto e perdeu 38 jogos no total. O atacante segue em recuperação e deve retornar apenas nos primeiros meses da próxima temporada.

Recuperação dos lesionados

O Flamengo não estabelece prazos rígidos para a recuperação dos atletas, priorizando a realização de cada etapa do processo. Entre as boas notícias, Arrascaeta e Cebolinha iniciarão a pré-temporada com o restante do elenco. Já Viña, que sofreu uma lesão multiligamentar e fratura na tíbia, segue com recuperação dentro do esperado e deve voltar entre junho e agosto. Pedro, por sua vez, continua seu tratamento visando o retorno para o Mundial de Clubes, em junho.

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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