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Jogadores da seleção discutem possibilidade de técnico estrangeiro
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A seleção brasileira se prepara para o primeiro compromisso após a frustrante campanha na Copa do Mundo do Catar, na qual terminou na 7ª posição. Diante do Marrocos, no próximo sábado (25), o Brasil não terá mais no banco de reservas Tite (que saiu da equipe após o Mundial), quem estará na posição é o interino Ramon Menezes. E a possibilidade de um estrangeiro assumir o comando da equipe canarinho foi abordada na entrevista concedida pelo goleiro Ederson nesta terça-feira (21).

Entre os nomes especulados para a posição um dos que aparecem com mais força é o do italiano Carlo Ancelotti, comandante do Real Madrid (Espanha). Ao ser questionado sobre a possibilidade de o técnico da equipe espanhola assumir a seleção, o goleiro Ederson afirmou que acha uma grande escolha: “É verdade. comentei com o Casemiro, Vinícius Júnior e Militão [jogadores da seleção que defendem o Real Madrid]. Existe uma grande possibilidade de ele vir […]. Pelo que falaram, é um treinador excepcional. Que todos no grupo gostam dele. Tem uma carreira muito vitoriosa, é só olhar o currículo dele. Veremos num futuro próximo se ele estará aqui ou não”.
Ederson e Ancelotti podem se encontrar em uma possível semifinal de Liga dos Campeões, mas em lados opostos no gramado, no caso de o Manchester City (Inglaterra) e o Real Madrid avançarem para as semifinais da principal competição de clubes da Europa. E o goleiro brincou com a possibilidade de enfrentar o italiano: “Vamos em busca desse resultado [eliminação do Real Madrid na Liga dos Campeões] para ele vir o mais rápido possível”.
Técnicos estrangeiros na seleção
Caso um estrangeiro assuma a seleção brasileira, este não será um fato inédito. Em três oportunidades o Brasil já teve um treinador de outro país em seu comando. A primeira foi durante o Sul-Americano de 1925, na qual o uruguaio Ramón Platero assumiu a posição. Em 1944, o português Jorge Gomes de Lima, mais conhecido como Joreca, dividiu o comando da equipe canarinho com Flávio Costa.
Por fim, em 1965, o argentino Filpo Nuñez comandou a seleção, que era formada apenas por atletas do Palmeiras no festival de abertura do Mineirão.
Amistoso contra o Marrocos
O Brasil enfrenta o Marrocos em partida amistosa, a partir das 19h (horário de Brasília) do próximo sábado, no estádio Ibn Batouta, em Tânger.
Fonte: EBC ESPORTES
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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