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Júlia Soares é ouro no solo em etapa da Copa do Mundo da Ginástica
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A paranaense Júlia Soares fez história neste domingo (3). A atleta de apenas 16 anos conquistou a medalha de ouro no solo na etapa de Baku (Azerbaijão) da Copa do Mundo por Aparelhos de Ginástica Artística. A brasileira havia se classificado à decisão com a melhor nota (13.266) da eliminatória e garantiu o topo do pódio da final obtendo 13.433 de pontuação.

É OURO BRASIL!!! 🥇🥇🥇
Nossa Júlia Soares acaba de se consagrar campeã de solo em sua primeira etapa de Copa do Mundo da vida! Baku 🇦🇿 simplesmente se encantou com o talento da nossa brasileirinha 🇧🇷! Parabéns pra Julinha e sua treinadora Iryna! Que venham as próximas! 👏🏼👏🏼👏🏼 pic.twitter.com/ThUSGt4SlN— Confederação Brasileira de Ginástica (@cbginastica) April 3, 2022
O pódio foi completado pela húngara Dorina Boeczoego (13.166) e pela uzbeque Dildora Aripova (12.866). Foi a primeira participação de Júlia em uma etapa de Copa do Mundo. Ela disputou a eliminatória da trave, mas não foi à final.
Não é a primeira vez que a paranaense impressiona. No ano passado, durante o Campeonato Pan-Americano da modalidade, no Rio de Janeiro, a jovem (de então 15 anos) homologou um novo elemento no código de pontuação da ginástica na trave: a entrada em vela (candle mount, na tradução do inglês) com uma meia pirueta no salto que leva ao aparelho.
Outra brasileira a competir foi Carolyne Pedro, medalhista de bronze por equipes nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, junto com Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Jade Barbosa e Thaís Fidélis. Também paranaense, ela ficou em quinto lugar na final das barras assimétricas, com nota 12.800. A francesa Lorete Charpy (13.866) foi a campeã, com as holandesas Naomi Visser (13.100) e Vera Van Pol (12.966) na sequência. Assim como Júlia, Carolyne não chegou à decisão da trave.
“Planejamos, para essa Copa do Mundo, uma oportunidade para que a Júlia pudesse ter sua primeira experiência num evento com essa envergadura. Já a Carol está voltando a competir depois de passar por uma cirurgia”, disse a técnica Iryna Ilyashenko, antes da competição, ao site da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).
Edição: Cláudia Soares Rodrigues
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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