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Ketleyn Quadros é prata e Tamires Crude bronze em Grand Slam de Judô

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O Brasil conquistou neste sábado (4) mais duas medalhas no Grand Slam de Judô em Tbilisi (Geórgia), ambas na categoria até 63 quilos. Medalhista olímpica na Olimpíada de Pequim (2008), a brasiliense Ketleyn Quadros faturou a prata após ser superada na final pela israelense Imbal Shemesh. Já Tamires Crude assegurou o bronze ao derrotar a alemã Nadja Bazysnk. Na última sexta (3), a carioca Rafaela Silva faturou o bronze, a primeira medalha do país na competição.

A competição prossegue neste domingo (5), a partir das 5h (horário de Brasília) com as lutas de Mayra Aguiar (até 78 kg), André Humberto (até 100 kg) e Juscelino Nascimento Júnior (acima de 100 kg). As finais estão previstas para as 10h, com transmissão ao vivo no site da Federação Internacional de Judô (IFJ, sigla em inglês). 

Para chegar à final, Ketleyn somou três vitórias seguidas: superou Zuhulmar Dashinkova (Turcomenistão) nas oitavas; bateu a norte-americana Hannah Martin na quartas, e na semi levou a melhor sobre a francesa Manon Deketer.  Na disputa do ouro, a brasileira deixou escapar a vitória no minuto final, ao lear um waza-ari da rival Imbal  Shemesh. 

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Antes, a insraelense já havia derrotado Tamires Crude na semifinal, empurrando a brasileira para a disputa do bronze. Tamires estreou no Grand Slam da Geórgia com vitória sobre a tcheca Renta Zachova e depois derrotou húngara Brigitta Varga. Na luta pelo bronze, a brasileira venceu Nadja Bazysnk ao encaixar um ippon

Outros resultados

O Brasil teve ainda outros três representantes no tatame neste sábado (4): Julio César Koda (até 73 kg) e Vinícius Panini (81 kg)  foram eliminados nas oitavas de final, e Luana Carvalho (70 kg) terminou em sétimo lugar. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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