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Laura Pigossi fica com o vice no WTA Bogotá

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Ainda não foi desta vez que a brasileira Laura Pigossi conquistou seu primeiro título no circuito WTA na chave de simples. Após chegar à decisão do torneio de Bogotá (Colômbia), a tenista paulista acabou derrotada pela alemã Tatjana Maria por 2 sets a 1 (parciais de 6-3, 4-6 e 6-2) em 2h30min de partida.

Com o resultado na Colômbia, a tenista, que começou a semana como número 212 do mundo, subirá para a 126ª colocação. A maior parte das conquistas que Pigossi tem no currículo são em torneios de duplas. Uma delas foi a medalha de bronze na Olimpíada de Tóquio, no ano passado, ao lado de Luisa Stefani.

Na final em Bogotá, a brasileira tinha algo em comum com a adversária: assim como Tatjana Maria, número 237 do mundo, ela veio do qualifying, ou seja, não estava na chave originalmente e conquistou a vaga nas fases preliminares do torneio. Ela deixou pelo caminho algumas adversárias de destaque, incluindo a cabeça-de-chave número 1 da competição, a colombiana Camila Osorio, número 33 do mundo, nas semifinais.

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Neste domingo, Laura Pigossi não conseguiu assumir o controle da partida, que teve a alemã à frente na maior parte do tempo. Ela venceu o primeiro set por 6-3. Na segunda parcial, Laura começou bem, abriu 5-2, mas teve um pouco mais de trabalho para fechar em 6-4. No último set, Tatjana Maria não permitiu que Pigossi tomasse a frente, vencendo por 6-2.

“Hoje, infelizmente, não deu, mas gostei bastante da minha atitude, como lutei até o fim. Hoje faltou um pouco de físico, a maneira como ela jogava me exigia um pouco mais das pernas, estar um pouco atenta e reagindo. Mesmo assim [estou] muito feliz com minha semana, melhor ranking da carreira, abrindo várias portas, mudando meu calendário. Acho que estou no caminho certo”, afirmou a brasileira.

Edição: Fábio Lisboa

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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